Inscrições abertas para o 5º Cine.Ema

Cine.Ema na Reserva 2018 – Foto de Débora Benaim

Festival de cinema ambiental do Espírito Santo recebe inscrições de curtas-metragens até o dia 20 de março.

O Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo está com inscrições abertas para o recebimento de curtas-metragens de ficção, animação, documentário ou gêneros híbridos até o dia 20 de março de 2019. O festival recebe filmes de até 30 minutos de duração, com temáticas ambientais, ecológicas e sustentáveis, que serão avaliados por curadoria e poderão compor a grade de programação das mostras competitivas e não-competitivas da 5ª edição do evento, prevista para ocorrer nos dias 07 e 08 de junho no distrito de Burarama em Cachoeiro de Itapemirim e nos dias 02 e 03 de agosto na Reserva Ambiental Águia Branca em Vargem Alta.

As inscrições podem ser feitas através do formulário: http://twixar.me/4jN3  

As regras gerais para participação podem ser acessadas aqui: http://twixar.me/TkM3

Em 2019 o evento mantém a realização do Cine.Eminha, mostra ambiental infantil com filmes de curta duração voltados para crianças. Os filmes submetidos para esta mostra não-competitiva também devem ser inscritos na seleção artravés do formulário. As obras que participam da mostra competitiva concorrem ao troféu “Sino” de melhor obra audiovisual nas categorias ficção, animação, documentário, gênero híbrido e júri popular, este último eleito pelo próprio público da mostra. O troféu “Sino” concebido pelo artista plástico Bruno Salvador é uma alusão à lenda da Pedra da Ema.

Cine.Ema na Reserva 2018 – Foto de Débora Benaim

Conheça os curadores do Cine.Ema 2019

Os filmes da mostra competitiva e não competitiva serão avaliados por um seleto grupo de profissionais da área ambiental e cultural do Brasil. Além de avaliarem os conteúdos submetidos para a avaliação, os curadores também poderão convidar obras de destaque nacional ou internacional para compor a grade de programação do festival. Conheça os indicados:

 

>>> Tetê Mattos

Niteroiense, é doutora em Comunicação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro  (2018) e mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense (2000). Desde 1997 é professora do Departamento de Arte da UFF, onde ministra disciplinas para o curso de Produção Cultural. Dirigiu os documentários premiados “Era Araribóia um Astronauta?” (RJ, 27min, 16mm, 1998), “A Maldita” (RJ, 20min, 35mm, 2007) e “Fantasias de Papel” (RJ, 15min, DCP, 2015). Atualmente finaliza o seu primeiro longa-metragem “Maldita” produção da RioFilme e Canal Brasil. Publica artigos em revistas e livros especializados em cinema. Foi idealizadora e diretora do Araribóia Cine – Festival de Niterói, realizado entre 2002 e 2013.  Exerce atividades de curadoria em mostras e festivais tais como Amazonas Film Festival (2005 a 2013), CineFoot – Festival de Cinema de Futebol (desde 2010), Curta Brasília (desde 2016), entre outros. Atuou como pesquisadora do OBEC- RJ (Observatório da Economia Criativa) onde coordenou a pesquisa “Mapeamento dos Festivais Audiovisuais Fluminenses” em 2013. Participou de projetos como Programadora Brasil (curadoria 2009), Revelando os Brasis (2004 a 2006) e Cine Mais Cultura (consultoria). Diretora do curta-metragem “O mambo da Cantareira” que encontra-se em fase de pré-produção.

 

>>> Marcelo Cordero

Atualmente é diretor da Yaneramai Films, uma empresa cultural dedicada à gestão audiovisual nas áreas de vendas, distribuição, programação e exibição. É diretor artístico do Festival Internacional Pachamama-Cinema da Fronteira, onde atuou anteriormente como diretor de programação e curadoria. Foi diretor da revista cinematográfica Fotogenia, professor de Comunicação Audiovisual da Universidade Privada Franz Tamayo de La Paz – Bolívia, apresentador do programa semanal “O Prazer do Olhar”, dedicado à crítica de cinema na Rádio Deseo em La Paz – Bolívia Diretor de Mercado e Exposições no Laboratório Bolívia e criador da rede Latino para a distribuição de filmes da Latinopolis Films. Ele escreve regularmente em vários meios relacionados ao mundo do cinema, bem como em seu blog Lagaña de Perro. Criador e promotor do projeto Microcines Network em parceria com o Grupo Chaski do Peru.

 

>>> Solange Alboreda

Doutora em comunicação e semiótica pela PUCSP defendeu tese sobre o Cinema Ambiental. Mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP atua na programação cultural do Sesc SP planejando e organizando ações de cinema e literatura.

Foto da Pedra da Ema – Lívia Batistine

A Pedra da Ema

Inspirado na Pedra da Ema, cartão postal do bucólico distrito de Burarama, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), o “Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo” é um projeto social e cultural de ampliação da consciência ambiental através do cinema, exibindo gratuitamente obras audiovisuais que tematizem o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável em mostras realizadas em rua, praça pública ou escolas. O evento realiza atividades paralelas de educação ambiental que relacionem a ruralidade do distrito, que é considerado a principal rota agroturística de Cachoeiro de Itapemirim, ao sul do estado. O Cine.Ema é uma realização da Caju Produções.

 

Facebook: https://www.facebook.com/ema.cine

Instagram: https://instagram.com/cine.emafestival/

Informações: www.cajuproducoes.art.br

 

Contato:

Léo Alves

leo@cajuproducoes.art.br

(27) 3026 0051

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