Imersão de arte em Muqui (ES)

Artistas multimídias do Espírito Santo participam de residência em Muqui

Acontece entre os dias 02 e 06 de setembro de 2019 a primeira residência do projeto Memória da Cor. Um grupo de artistas, entre eles músicos, artistas visuais, atores e educadores de diversas partes do Espírito Santo vão vivenciar uma semana de imersão na história e na cultura de Muqui com o objetivo de gerar um produto final audiovisual que seja projetado na fachada de um prédio do Sítio Histórico de Muqui. A proposta é apresentar o resultado do projeto no dia 06 de setembro, sexta, às 19h, no Solar do Lagarto, aberta ao público.

A residência será coordenada pela artista multimídia Mônica Nitz, que ecoa o trabalho de pesquisa sobre cor, que já vem motivando diversos projetos ao longo do tempo. Como agentes convidados estão os produtores, realizadores e artistas mentores Ivny Mattos, Raphael Gaspar, Affonso Talyuli, Jussan Silva e Silva e Ériton Berçaco, além de Erika Mariano e Pedro Dantas, artistas selecionados por chamada aberta.

Solar do Lagarto, casa que receberá a residência Memória da Cor em Muqui – Foto de Humberto Capai

Memória da Cor é um projeto-plataforma de arte contemporânea cujo objeto central se resume em uma residência voltada para profissionais atuantes no Espírito Santo. A residência é a base para uma imersão artística realizada por artistas visuais, músicos, cineastas e educadores capixabas visando produção de conteúdo original e experimental construídas através de rodas de conversas e incursões pela cidade aproximando memórias individuais e coletivas experimentadas e compartilhadas em Muqui, no Solar do Lagarto, um casarão histórico de 1927 construído em estilo neoclássico.

Memória da cor busca criar um ambiente de diálogo crítico para os praticantes e curadores com o objetivo principal de construir memória em arte contemporânea sobre as próprias memórias visuais e sensíveis do patrimônio histórico de Muqui. A proposta é realizar o projeto nas mais diversas formas de atuação poética – das artes plásticas ao cinema, do design à composição musical em um espaço para desenvolverem os seus projetos e obterem ferramentas críticas para se relacionarem com o circuito de artes como um todo. 

O projeto também tem foco na preservação do patrimônio material e imaterial do maior sítio histórico do Espírito Santo e o fomento à diversidade cultural capixaba por meio de novas produções contemporâneas no campo das artes visuais. O projeto também considera importante democratizar o acesso à arte para as comunidades do Sul do estado, deslocando para o interior o eixo do pensamento crítico a respeito do tema e sua produção artística, tão comumente alocada no grande centro urbano da Grande Vitória.

A residência “Memória da cor” é uma proposição de Léo Alves inspirada no projeto homônimo da artista multimídia Mônica Nitz,  com produção executiva da Caju Produções. A proposta é uma das ações contempladas no Edital 002/2018 de Diversidade Cultural da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo. 

 

Conheça os participantes:

ARTISTAS CONVIDADOS (MENTORES)

 

Mônica Nitz | coordenadora Memória da Cor

Mônica desenvolve a série Memória da Cor, que são micro documentários compostos por registros de relações de memória com a vivência em locais itinerados pelo artista. De linguagem minimalista, se projeta em fotografias, vídeos e sons indiciais na tentativa de apreender, com olhar afetivo, extratos dessa memória da cor dos lugares. Projeto iniciado na Residência Artística Espírito Mundo 2014, que percorreu Áustria, Itália e França, e espera ir sempre além. Trabalha em parceria com o documentarista Ricardo Sá há 7 anos, em documentários etnográficos e históricos. Em 2017, dirigiu o documentário “Minha avó é uma fotografia” um filme-ensaio autobiográfico, feito a partir da coleção de fotografias de sua família, que fazem parte das famílias mais antigas de Muqui (descoberta que fez durante o processo de pesquisa). Desenvolve também há 12 anos pesquisa em pintura de ação. Se trata de um trabalho corporal documentado em cor, realizado através da gravidade, do sopro, das manobras com o suporte ou do corpo nos espaços e das linhas que reincidem e demarcam territórios. 

 

Ivny Matos | mentora convidada de artes cênicas

De São José do Calçado, 39 anos e mãe de Davi, cursou Rádio/ TV em Vitória, Direção Teatral na UFOP e morou 4 anos no Rio de Janeiro, onde trabalhou com teatro, poesia, música, produção cultural e palhaçaria. Criou o programa “Dona Música” na Rádio Comunitária Madame Satã na Lapa. No ES participou de três montagens teatrais com a Cia Teatro Urgente em Vitória. Em Itaipava/ Itapemirim desde 2011, trabalhou em Rádios e TVs da região, criou a empresa Dona Música  Produções Culturais & Comunicação, organiza o” Sarau Dona Música & Seu Poema”e coordena o Projeto Art&Cultura.

 

Ériton Berçaco | mentor convidado educação e literatura

É professor de Literatura, com mestrado em Letras pela UFES. Além de dar aulas, pesquisa e desenvolve projetos na área de literatura, cinema e educação. É realizador cultural, organizador da mostra “Pare, olhe, escute” e curador do Fecin – Festival de TV e Cinema de Muqui. Atualmente é diretor da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Marcondes de Souza, em Muqui, ES e proprietário do Solar do Lagarto, uma das mais charmosas hospedarias de cama e café do sítio histórico e palco de atividades culturais e artísticas.

 

Jussan Silva e Silva | mentor convidado literatura e produção cultural

Jussan Silva e Silva nasceu em Muqui, maior Sítio Histórico do Espírito Santo, em 1989. É produtor cultural independente desde os 15 anos de idade. Atuou nos movimentos sociais do Estado fortalecendo o diálogo entre o poder público e as iniciativas juvenis na política e cultura. Seus projetos já foram contemplados em diversos editais. Foi coordenador da Pastoral da Juventude de Muqui e Presidente do Conselho Municipal de Juventude, sendo responsável por uma intensa agenda de atividades culturais. Idealizou em 2012 o Festival de Cinema e TV de Muqui, hoje na sua 8ª edição. No campo acadêmico integra o Iladisc – Iniciativa Latino Americana de Direito, Sociedade e Cultura, grupo de pesquisa internacional e interdisciplinar que fomenta a difusão do conhecimento. No audiovisual atua como roteirista, produtor e analista de roteiro em diversos projetos para TV, cinema e internet. De 2013 a 2018 foi gestor criativo do Telezoom, espaço de capacitação audiovisual no Rio de Janeiro, onde transitou no mercado do entretenimento operando cursos presenciais, online e in company. Atualmente desenvolve projetos culturais em Muqui. Jussan é bacharel em Direito pelo Mackenzie e especializado em Direito do Entretenimento pela UERJ. 

 

Júlia Galdino | mentor convidado audiovisual

Me chamo Julia Galdino, tenho 25 anos, sou formada em Cinema e Audiovisual pela UFES e trabalho com audiovisual desde 2013, ano em que decidi ser editora de vídeo.  Sou apaixonada pela edição de vídeos pelo simples fato de você poder unir fragmentos de imagens completamente distintos e dar um novo sentido a eles.

 

Affonso Talyuli de Araújo | mentor convidado música

Nascido em Mimoso do Sul – Espírito Santo, Affonso tem 23 anos, é músico, compositor e estudante de música. Desde 2014 se apresenta em eventos e ambientes populares, e através dessa experiência, adquiriu uma boa consciência a respeito do gosto e da maneira com que as pessoas se envolvem com a música. No momento estuda para construir projetos autorais cada vez mais sólidos, com referência pela música regional, instrumental, popular, erudita e expressões de outras áreas das artes.

 

ARTISTAS SELECIONADOS

 

Pedro Dantas

Músico, interessado em artes visuais, cênicas entre outras

 

Erika Mariano

Mestrado em Artes na UFES. Pesquisa fotografia e pintura.

 

Infos:

Léo Alves

leoalvesmuqui@gmail.com

(27) 998369949

A CASA DO MESTRE DE PORTAS ABERTAS

Casa do mestre “Seu Juvenal” será aberta para visitantes em Muqui (ES)

Artista da escultura e da literatura cultura popular, o agricultor aposentado Juvenal Assis Alves, de 93 anos, reconhecido como mestre da cultura popular pelo Ministério da Cultura (2018) e pelo Governo do Espírito Santo – Secult (2019) já recebe visitantes (sejam eles vizinhos, turistas ou outros conhecidos) em sua casa, em Muqui, desde quando começou a fazer arte em meados dos anos 90. Contemplado em projetos do Funcultura, da Secult (ES) o mestre Juvenal vêm experimentando e transmitindo seu conhecimento para a comunidade através de oficinas e interações com a comunidade.  Autor dos livros “Palavra Trançada” (2018) e “A vida e a realidade em forma de poesia” (2003), Juvenal também guarda em sua casa escritos de memórias ainda não publicadas que poderão ser conhecidas pelo público que conta ainda com a apreciação de diversas esculturas feitas em madeira de goiaba e raízes do campo.

A visita conta com a participação do próprio mestre e que apresenta os resultados de um projeto expográfico com fotografias, vídeo, instalações e até com um café moído e passado pelo próprio artista. O trabalho é resultado do projeto “Palavra Trançada”, aprovado no Edital Setorial de Artes Visuais da Secult (2018). A visita poderá ser agendada com a própria família por tempo indeterminado a partir de 20 de maio nos contatos: juvenal.muqui@gmail.com, (28) 3554-1439 ou (28) 99986-6186. A casa do Mestre Juvenal fica localizada na Av. José Paiva, 127, Bairro Boa Esperança, Muqui (ES). O projeto é uma realização da Caju Produções e de Mestre Seu Juvenal com o apoio da Secult – ES através do Edital Setorial de Artes Visuais (2018).

Mestre Juvenal Assis Alves, foto de Wilson Ferreira

O mestre:

Agricultor aposentado, Juvenal Assis Alves nasceu em 1926 e viveu na roça até os 70 anos de idade. Antes disso já escrevia versos populares, muitos deles publicados em dois livros (2003 e 2018). Começou a esculpir em galhos caídos de goiabeiras e outras árvores como forma de se entreter. Sem abandonar a terra, ele mói café e milho em sua casa em Muqui onde está seu acervo literário e esculturas de arte popular. Juvenal é boiadeiro das palavras, homem da terra e das poesias, dos bichos de imaginação, do laço da madeira, do nó. A poesia é tecida, desfiada, como a vida em oração, como a lavoura e a colheita: na terra e na estrada. O nó é talhado, descoberto, feito e desfeito. São palavras simples e populares trançadas na trama da vida, talhadas pelas mãos de um mestre e cravadas pra sempre na memória feito raíz. Seu Juvenal foi reconhecido Mestre da Cultura Popular com o 6º Prêmio Culturas Populares – Edição “Selma do Coco” do Ministério da Cultura (2018) e pela Secretaria de Estado da Cultura – SECULT – ES (2019).

 

A obra:

A obra de Seu Juvenal é caracterizado como arte popular, identificado cuja concepção se baseia no puro sentido estético do seu criador não lhe sendo atribuída qualquer função utilitária, ou cujo significado escapa ao mundo cotidiano (Cânedo, 200, p18). Diferencia-se do artesanato por ter como finalidade o reconhecimento do público, e não prioritariamente, focada no mercado. As peças são únicas e expressam um processo intuitivo do artista.

 

O projeto:

“Palavra trançada”, título do segundo livro do autor, é um projeto de educação e cultura popular que propõe vivências artísticas, pesquisa e projeto expográfico, resultando em uma mostra de trabalhos do Mestre Juvenal Assis Alves em sua casa, em Muqui, aberta para visitações permanentes da comunidade e turistas. A mostra, que é coordenada e curada por Wilson Ferreira e tem produção de Jussan Silva e Silva conta também oficinas e seminários dedicados à comunidade. O projeto é apoiado pela Secult-ES através do Edital Setorial de Artes Visuais 2018.

 

Contato:

Léo Alves

leo@cajuproducoes.art.br

(27) 998369949

A casa do mestre é a casa da gente: uma “casa museu” em Muqui (ES)

Projeto “Palavra trançada” propõe vivências, oficinas e exposições do mestre da cultura popular “Seu Juvenal” em sua própria casa, no interior do Espírito Santo.

Recentemente reconhecido Mestre da Cultura Popular com o 6º Prêmio Culturas Populares – Edição “Selma do Coco” do Ministério da Cultura (2018) e pela Secretaria de Estado da Cultura – SECULT – ES (2019), “Seu Juvenal”, de 93 anos, vive um momento único em sua carreira.

Considerando a importância social e artística do trabalho da cultura popular do mestre Juvenal Assis Alves no cenário cultural do interior do Espírito Santo o projeto “Palavra trançada”, realizará uma imersão com vivências de atividades artísticas contemplando oficinas com estudantes, seminário para professores e conversas com o mestre realizadas no dia 9 de maio na Escola Marcondes de Souza e em sua casa. Um dos resultados principais finais da proposta é a criação de um espaço expográfico com mostra de trabalhos esculturais e literários produzidos pelo autor, aberta para visitação em sua casa, no bairro Boa Esperança, onde crianças e adultos poderão conhecer um pouco da memória do mestre Juvenal, adquirir um de seus livros e até tomar um café moído por ele e passado na hora.

Foto de Wilson Ferreira (2018)

Além de contribuir com a preservação da memória e a valorização da arte em suas diversas expressões o objetivo do projeto é realizar um verdadeiro mapa de referências e memórias do trabalho de Seu Juvenal e suas interrelações com a cultura popular brasileira e capixaba, desenhando e concluindo um projeto expográfico que utilize as esculturas de arte em madeira talhadas pelo mestre e integre outras linguagens como fotografia, ilustrações ou textos criados durante uma espécie de residência realizada pelos artistas e produtores Wilson Ferreira, Léo Alves e Jussan Silva e Silva. O projeto é uma realização da Caju Produções e de Mestre Seu Juvenal com o apoio da Secult – ES através do Edital Setorial de Artes Visuais (2018).

 

Agenda do projeto:

 

OFICINA DE ARTE E POESIA VISUAL

Com Wilson Ferreira & Mestre Juvenal

09 de maio | 15h | Casa de Seu Juvenal

 

SEMINÁRIO DE ARTE POPULAR E EDUCAÇÃO

Com Wilson Ferreira & Mestre Juvenal

09 de maio | 13h30 | Escola Marcondes de Souza

 

Foto de Wilson Ferreira (2018)

O mestre

Agricultor aposentado, Juvenal Assis Alves nasceu em 1926 e viveu na roça até os 70 anos de idade. Antes disso já escrevia versos populares, muitos deles publicados em dois livros (2003 e 2018). Começou a esculpir em galhos caídos de goiabeiras e outras árvores como forma de se entreter. Sem abandonar a terra, ele mói café e milho em sua casa em Muqui onde está seu acervo literário e esculturas de arte popular. Juvenal é boiadeiro das palavras, homem da terra e das poesias, dos bichos de imaginação, do laço da madeira, do nó. A poesia é tecida, desfiada, como a vida em oração, como a lavoura e a colheita: na terra e na estrada. O nó é talhado, descoberto, feito e desfeito. São palavras simples e populares trançadas na trama da vida, talhadas pelas mãos de um mestre e cravadas pra sempre na memória feito raíz. Seu Juvenal foi reconhecido Mestre da Cultura Popular com o 6º Prêmio Culturas Populares – Edição “Selma do Coco” do Ministério da Cultura (2018) e pela Secretaria de Estado da Cultura – SECULT – ES (2019).

A obra

A obra de Seu Juvenal é caracterizado como arte popular, identificado cuja concepção se baseia no puro sentido estético do seu criador não lhe sendo atribuída qualquer função utilitária, ou cujo significado escapa ao mundo cotidiano (Cânedo, 200, p18). Diferencia-se do artesanato por ter como finalidade o reconhecimento do público, e não prioritariamente, focada no mercado. As peças são únicas e expressam um processo intuitivo do artista.

O projeto

“Palavra trançada”, título do segundo livro do autor, é um projeto de educação e cultura popular que propõe vivências artísticas, pesquisa e projeto expográfico, resultando em uma mostra de trabalhos do Mestre Juvenal Assis Alves em sua casa, em Muqui, aberta para visitações permanentes da comunidade e turistas. A mostra, que é coordenada e curada por Wilson Ferreira e tem produção de Jussan Silva e Silva conta também oficinas e seminários dedicados à comunidade. O projeto é apoiado pela Secult-ES através do Edital Setorial de Artes Visuais 2018.

Contato:

Léo Alves

leo@cajuproducoes.art.br

(27) 998369949

Inscrições abertas para o 5º Cine.Ema

Cine.Ema na Reserva 2018 – Foto de Débora Benaim

Festival de cinema ambiental do Espírito Santo recebe inscrições de curtas-metragens até o dia 20 de março.

O Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo está com inscrições abertas para o recebimento de curtas-metragens de ficção, animação, documentário ou gêneros híbridos até o dia 20 de março de 2019. O festival recebe filmes de até 30 minutos de duração, com temáticas ambientais, ecológicas e sustentáveis, que serão avaliados por curadoria e poderão compor a grade de programação das mostras competitivas e não-competitivas da 5ª edição do evento, prevista para ocorrer nos dias 07 e 08 de junho no distrito de Burarama em Cachoeiro de Itapemirim e nos dias 02 e 03 de agosto na Reserva Ambiental Águia Branca em Vargem Alta.

As inscrições podem ser feitas através do formulário: http://twixar.me/4jN3  

As regras gerais para participação podem ser acessadas aqui: http://twixar.me/TkM3

Em 2019 o evento mantém a realização do Cine.Eminha, mostra ambiental infantil com filmes de curta duração voltados para crianças. Os filmes submetidos para esta mostra não-competitiva também devem ser inscritos na seleção artravés do formulário. As obras que participam da mostra competitiva concorrem ao troféu “Sino” de melhor obra audiovisual nas categorias ficção, animação, documentário, gênero híbrido e júri popular, este último eleito pelo próprio público da mostra. O troféu “Sino” concebido pelo artista plástico Bruno Salvador é uma alusão à lenda da Pedra da Ema.

Cine.Ema na Reserva 2018 – Foto de Débora Benaim

Conheça os curadores do Cine.Ema 2019

Os filmes da mostra competitiva e não competitiva serão avaliados por um seleto grupo de profissionais da área ambiental e cultural do Brasil. Além de avaliarem os conteúdos submetidos para a avaliação, os curadores também poderão convidar obras de destaque nacional ou internacional para compor a grade de programação do festival. Conheça os indicados:

 

>>> Tetê Mattos

Niteroiense, é doutora em Comunicação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro  (2018) e mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense (2000). Desde 1997 é professora do Departamento de Arte da UFF, onde ministra disciplinas para o curso de Produção Cultural. Dirigiu os documentários premiados “Era Araribóia um Astronauta?” (RJ, 27min, 16mm, 1998), “A Maldita” (RJ, 20min, 35mm, 2007) e “Fantasias de Papel” (RJ, 15min, DCP, 2015). Atualmente finaliza o seu primeiro longa-metragem “Maldita” produção da RioFilme e Canal Brasil. Publica artigos em revistas e livros especializados em cinema. Foi idealizadora e diretora do Araribóia Cine – Festival de Niterói, realizado entre 2002 e 2013.  Exerce atividades de curadoria em mostras e festivais tais como Amazonas Film Festival (2005 a 2013), CineFoot – Festival de Cinema de Futebol (desde 2010), Curta Brasília (desde 2016), entre outros. Atuou como pesquisadora do OBEC- RJ (Observatório da Economia Criativa) onde coordenou a pesquisa “Mapeamento dos Festivais Audiovisuais Fluminenses” em 2013. Participou de projetos como Programadora Brasil (curadoria 2009), Revelando os Brasis (2004 a 2006) e Cine Mais Cultura (consultoria). Diretora do curta-metragem “O mambo da Cantareira” que encontra-se em fase de pré-produção.

 

>>> Marcelo Cordero

Atualmente é diretor da Yaneramai Films, uma empresa cultural dedicada à gestão audiovisual nas áreas de vendas, distribuição, programação e exibição. É diretor artístico do Festival Internacional Pachamama-Cinema da Fronteira, onde atuou anteriormente como diretor de programação e curadoria. Foi diretor da revista cinematográfica Fotogenia, professor de Comunicação Audiovisual da Universidade Privada Franz Tamayo de La Paz – Bolívia, apresentador do programa semanal “O Prazer do Olhar”, dedicado à crítica de cinema na Rádio Deseo em La Paz – Bolívia Diretor de Mercado e Exposições no Laboratório Bolívia e criador da rede Latino para a distribuição de filmes da Latinopolis Films. Ele escreve regularmente em vários meios relacionados ao mundo do cinema, bem como em seu blog Lagaña de Perro. Criador e promotor do projeto Microcines Network em parceria com o Grupo Chaski do Peru.

 

>>> Solange Alboreda

Doutora em comunicação e semiótica pela PUCSP defendeu tese sobre o Cinema Ambiental. Mestre em engenharia ambiental pela UNICAMP atua na programação cultural do Sesc SP planejando e organizando ações de cinema e literatura.

Foto da Pedra da Ema – Lívia Batistine

A Pedra da Ema

Inspirado na Pedra da Ema, cartão postal do bucólico distrito de Burarama, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), o “Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo” é um projeto social e cultural de ampliação da consciência ambiental através do cinema, exibindo gratuitamente obras audiovisuais que tematizem o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável em mostras realizadas em rua, praça pública ou escolas. O evento realiza atividades paralelas de educação ambiental que relacionem a ruralidade do distrito, que é considerado a principal rota agroturística de Cachoeiro de Itapemirim, ao sul do estado. O Cine.Ema é uma realização da Caju Produções.

 

Facebook: https://www.facebook.com/ema.cine

Instagram: https://instagram.com/cine.emafestival/

Informações: www.cajuproducoes.art.br

 

Contato:

Léo Alves

leo@cajuproducoes.art.br

(27) 3026 0051

Inscrições abertas para os painéis do MoV.Cidade

Painéis, cases e palestras serão realizadas no auditório da Rede Gazeta

Pra onde a gente se movimenta? Pra onde se movimenta a cidade? Estas são algumas das reflexões suscitadas pelas atividades da programação do MoV.Cidade, que acontece gratuitamente nos dias 14 e 15 de dezembro em Vitória e Vila Velha. Reflexões sobre a mobilidade urbana e suas dimensões marcam a etapa “Ciclos” que acontece exclusivamente na sexta-feira, 14 de dezembro, no Auditório da Rede Gazeta, em Vitória. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas  gratuitamente através de formulário on-line disponível no site.

>>> Site do evento: www.movcidade.com.br

O MoV.Cidade é um projeto cultural que integra reflexão e experiências das pessoas com a cidade. Seja de pedal ou nas rodas de discussões, nas mostras audiovisuais ou nas apresentações musicais e performances, o MoV provoca novos paradigmas urbanos, desafios da mobilidade e da humanização nas cidades, segurança e bem-estar social. Somos conscientes sobre como nos movimentamos e sobre o que mobilizamos nas cidades? Como fazemos isso?

Observamos um número crescente de novas denominações às cidades – inteligentes, inclusivas, resilientes, sustentáveis, digitais, saudáveis e empreendedoras, entre outras.  O MoV.Cidade protagoniza a cidade e seu movimento através do audiovisual, instigando soluções cotidianas urbanas, influenciando um novo conceito de viver em sociedade e estimulando coparticipação e cocriação na valorização de intervenções artísticas.

Com seus sete municípios e extensa produção comercial, industrial e de prestação de serviços, a região da Grande Vitória atrai cada vez mais pessoas para ocupar seu território a procura de emprego e habitação. A partir da defesa da qualidade dos espaços urbanos para a convivência social, o projeto provoca uma reflexão sobre um modelo de transporte não mais baseado no automóvel, mas centrado no ser humano. Um modelo com foco na segurança, na boa convivência e na integração intermodal.

# Cine.Ema

O Cine.Ema é o Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo inspirado na Pedra da Ema, ícone paisagístico e natural de Burarama no sul do estado. O projeto percorre por lugares e paisagens, urbanas, rurais e reservas ambientais nacionais refletindo sobre temas sustentáveis através de mostras de cinema, shows musicais e outras atividades culturais  e educacionais despertando a consciência ambiental.

O evento é uma realização da Caju Produções e Ministério da Cultura com patrocínio da Codesa – Porto de Vitória (ES), Smart Fit Academias, apoio da TV Gazeta, Sebrae, ORBI – Estúdio Criativo e parceria da Prefeitura de Vitória e Vila Velha.

 

INFOS:

Léo Alves

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(27) 998 369 949

Vitória e Vila Velha (ES) recebem mostra nacional de mobilidade urbana

Web série Pedal

Mostras audiovisuais, painéis, performances, música e pedalada marcam a programação

Depois do sul e das montanhas, o Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo, escolheu a cidade para refletir sobre mobilidade urbana no contexto da sustentabilidade através de mostras audiovisuais, painéis, performances, música e pedalada. Pra onde a gente se movimenta? Pra onde se movimenta a cidade? Estas são algumas das reflexões suscitadas pelas atividades da programação da mostra, que acontece gratuitamente nos dias 14 e 15 de dezembro no Auditório da Rede Gazeta em Vitória e em Vila Velha dividido em duas etapas: “ciclos” e “rua” que compreendem, respectivamente, atividades de painéis reflexivos e atividades artísticas.

Performance do artista Shima faz parte da programação

O MoV.Cidade é um projeto cultural que integra reflexão e experiências das pessoas com a cidade. Seja de pedal ou nas rodas de discussões, nas mostras audiovisuais ou nas apresentações musicais e performances, o MoV.C provoca novos paradigmas urbanos, desafios da mobilidade e da humanização nas cidades, segurança e bem-estar social. Somos conscientes sobre como nos movimentamos e sobre o que mobilizamos nas cidades? Como fazemos isso?

Observamos um número crescente de novas denominações às cidades – inteligentes, inclusivas, resilientes, sustentáveis, digitais, saudáveis e empreendedoras, entre outras.  O MoV.Cidade protagoniza a cidade e seu movimento através do audiovisual, instigando soluções cotidianas urbanas, influenciando um novo conceito de viver em sociedade e estimulando coparticipação e cocriação na valorização de intervenções artísticas.

Performance de Geovanni Lima (ES)

Com seus sete municípios e extensa produção comercial, industrial e de prestação de serviços, a região da Grande Vitória atrai cada vez mais pessoas para ocupar seu território a procura de emprego e habitação. A partir da defesa da qualidade dos espaços urbanos para a convivência social, o projeto provoca uma reflexão sobre um modelo de transporte não mais baseado no automóvel, mas centrado no ser humano. Um modelo com foco na segurança, na boa convivência e na integração intermodal.

# Mobilidade em pauta

Reflexões e debates sobre a mobilidade urbana e suas dimensões marcam a etapa “Ciclos” que acontece no dia 14 de dezembro, no Auditório da Rede Gazeta, em Vitória. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas  através de formulário on-line disponível no site.

>>> Site do evento: www.movcidade.com.br

Filme Linear

# Cine.Ema

O Cine.Ema é o Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo inspirado na Pedra da Ema, ícone paisagístico e natural de Burarama no sul do estado. O projeto percorre por lugares e paisagens, urbanas, rurais e reservas ambientais nacionais refletindo sobre temas sustentáveis através de mostras de cinema, shows musicais e outras atividades culturais  e educacionais despertando a consciência ambiental.

O evento é uma realização da Caju Produções e Ministério da Cultura com patrocínio da Codesa – Porto de Vitória (ES), Smart Fit Academias, apoio da TV Gazeta, Sebrae, ORBI – Estúdio Criativo e parceria da Prefeitura de Vitória e Vila Velha.

INFOS:

Léo Alves

leo@cajuproducoes.art.br

www.cajuproducoes.art.br

(27) 998 369 949

Filme Disforia

Caparaó recebe 3ª edição do Projeto Escola de Compositores

Alunos de duas escolas públicas municipais participam das oficinas de composição musical

Teve início nesta terça-feira (16) no Caparaó Capixaba a 3ª edição do projeto Escola de compositores. Alunos de duas escolas da região terão a oportunidade de conhecer a história de compositores e músicos capixabas e experimentar possibilidade de escrita a partir da música

As oficinas serão realizadas em sete dias e acontecem na escola Alan Kardec, no distrito de Patrimônio da Penha, e na escola Juvenal Nolasco em Divino de São Lourenço. As atividades acontecem em horários alternados as aulas regulares.  A ação pretende resultar no aumento da autoestima, autoconhecimento e desenvolvimento da capacidade crítica e criativa. Ao final das oficinas, os adolescentes gravaram suas composições musicais.

O projeto “Escola de Compositores” é uma realização da Caju produções em parceria com a produtora, Mariana Sathler, com recursos do Funcultura e da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo – Secult.

 

Escola de compositores

O projeto pretende realizar oficinas de composição em escolas públicas do Espírito Santo, em especial em cidades de onde grande parte de nossos artistas são originários, incentivando, também, que estes estudantes conheçam e passem a respeitar/admirar os artistas que surgiram de sua localidade, entendendo-a como potencial.

O processo metodológico deste projeto se inspira na experiência realizada na Escola Estadual JK (MG) por um grupo de estagiários da disciplina Prática de Ensino do Curso de Música da UFU (Universidade Federal de Uberlândia) que resultou em composições de crianças de 08 a 14 anos.

 

Cine.Ema realiza curso de roteiro e seminário ambiental em Vitória

Pela primeira vez na capital capixaba, o Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo (Cine.Ema), evento que é pioneiro na realização de oficinas e exibições de cinema ambiental, promoverá um curso de “Roteiro para webséries documentais e de ficção” com Elaine Teixeira (TV Globo) e um seminário especial com João Paulo Krajewski biólogo, cinegrafista e fotógrafo da TV Globo, BBC e Animal Planet.

As atividade serão realizadas no Centro Universitário Faesa, em Vitória. As inscrições estão abertas para todo o público e devem ser feitas diretamente na Faesa,   ou na sede da Caju Produções, produtora do festival.

O curso de roteiro para websérie com Elaine teixeira acontece nos dias  08, 09 (quinta e sexta) de novembro, das 18h às 22h, e no sábado dia 10, das 8h às 13h. O investimento é de R$ 300.

O seminário de Natureza na tela: Imagens do mundo construindo narrativas, com João Paulo Krajewski e participação do fotógrafo ambiental Léo Merçon acontece no dia 08 de novembro (quinta-feira), das 8h às 11h. O investimento para o seminário é de R$ 80.

O Cine.Ema

Inspirado na Pedra da Ema, cartão postal e ícone paisagístico e natural do interior, de Burarama, distrito de Cachoeiro de Itapemirim, o Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo (Cine.Ema) é um projeto social e cultural de ampliação da consciência ambiental através do cinema, difundindo obras audiovisuais que tematizam e refletem sobre o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável em mostras gratuitas.

Garanta sua vaga pelo Fomulário. 

 

> Roteiro para webséries: da ficção ao documental

 Com Elaine Teixeira

Cresce no mercado audiovisual a produção de conteúdo em formato de webséries.  As narrativas em múltiplas plataformas provocaram uma mudança paradigmática na maneira de se contar uma história, seja no marketing, na dramaturgia, nas redes sociais ou no jornalismo. Este último, sofreu um impacto ainda mais profundo. As reportagens estão sendo transferidas do papel para a vídeo reportagem. As histórias também estão ganhando agilidade e uma nova linguagem, adaptadas para todo o tipo de tela. Como preparar, elaborar, pesquisar, tratar e desenvolver bons projetos audiovisuais de ficção e documentais para a web?

Elaine Teixeira

Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense e mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, estudou roteiro na Escuela Internacional de Cine y TV, em San Antonio de Los Baños, Cuba. Trabalha com criação de textos e conteúdo audiovisual para multiplataformas desde 2003. Durante seis anos atuou como produtora de conteúdo transmídia na TV Globo, desenvolvendo diversas webséries, blogs, vlogs e perfis de personagens nas redes sociais. Recebeu duas indicações ao Emmy Digital em 2013 pela websérie “Repórter Investigativo” e pelo vlog “TV Orelha”, produtos criados como extensão das novelas Amor Eterno Amor e Malhação Escolhas, exibidas na TV aberta. Atualmente, é autora roteirista da TV Globo.

Conteúdo do curso: 

Aula 1: Narrativa transmídia

O que é uma narrativa transmídia?

Estudo de caso: as primeiras narrativas transmídia de impacto

Como criar uma narrativa transmídia?

Como explorar o universo narrativo e usar a participação dos fãs a seu favor?

Como criar uma experiência imersiva?

Estudo de caso: narrativas transmídia de sucesso no Brasil e no mundo

 

Aula 2: Novos meios e novas narrativas

O conceito de TV nos dias de hoje

Webséries: como classificar cada tipo

Formato: como surge uma websérie?

Estrutura: como desenvolver sua websérie?

Estudo de caso: webséries premiadas e que fizeram sucesso internacionalmente

 

Aula 3: Possibilidades e experimentações

 

Webdoc: muito além de um vídeo documental

A jornada do herói e a jornada da heroína

Como criar personagens tridimensionais?

Exercício prático: cada aluno trará sua ideia de websérie, original ou derivada de algum outro produto já existente, para debatermos em aula.

 

INFORMAÇÕES GERAIS

08, 09 e 10 de novembro (qui-sáb)

18h-22h (qui-sex)

8h-13h (sábado)

Local: FAESA

Investimento: R$ 300,00

DESCONTO ESPECIAL ALUNO FAESA*

Desconto de 25% para os 25 primeiros inscritos

*Cursos de Jornalismo e Publicidade

 

INSCRIÇÕES:

FAESA:

Diretamente na tesouraria da Faesa

Av. Vitória, 2220 – Monte Belo, Vitória – ES

Dinheiro e cartão

 

CAJU PRODUÇÕES:

Diretamente na sede da produtora.

Rua Aleixo Netto, 636, fundos, Praia do Canto – Vitória (ES)

Dinheiro ou cartão de débito ou crédito.

SEMINÁRIO

> Natureza na tela:

Imagens do mundo construindo narrativas

Com João Paulo Krajewski

Participação de Léo Merçon

João Paulo Krajewski e Léo Merçon compartilham suas experiências na criação e nas estratégias narrativas que contam histórias da natureza. Serão levantados e abordados temas que vão da captação da imagem na mata ao conteúdo final, sua difusão e prospecções de mercado.

João Paulo Krajewski

O premiado fotógrafo e cinegrafista João Paulo Krajewski é um biólogo apaixonado pela natureza. Um sonho de criança, de conhecer os mais curiosos e belos habitantes e paisagens do planeta, que virou profissão. Hoje João Paulo trabalha ao lado da natureza, seja registrando imagens ou atuando como cientista, educador e conservacionista juntamente com sua esposa, a também bióloga Dra. Roberta Bonaldo. João Paulo concluiu seu doutorado em Ecologia pela Unicamp em 2010 e trabalhou anos como pesquisador, ao lado de grandes cientistas no Brasil, Austrália e Estados Unidos, e como fotógrafo e cinegrafista. Nessa trajetória, esteve em mais de 50 países em busca de imagens. Seu maior interesse é divulgar, através de suas imagens, a beleza e o entendimento sobre a vida selvagem da Terra.

Léo Merçon

Fundador do Instituto Últimos Refúgios, ONG sem fins lucrativos que busca sensibilização ambiental através da cultura, em especial, fotografias e vídeos. Leonardo é designer e fotógrafo de natureza e conservação, já realizou diversas exposições no Brasil e também na Alemanha, Itália e França. Tem cinco livros publicados, quatro documentários em vídeo, séries para TV/Youtube e matérias veiculadas na BBC, National Geographic Brasil, Fantástico, Google Arts & Culture. Leonardo realiza atividades de sensibilização ambiental em escolas, palestras sobre conservação da natureza e projetos culturais e de conservação voltados para o meio ambiente envolvendo comunidades locais. Participa de projetos de revitalização de parques naturais.

 

08 de novembro (quinta-feira)

Horário: 8h-11h

Local: FAESA

Investimento: R$80,00

 

DESCONTO ESPECIAL ALUNO FAESA*

Desconto de 30% para os 79 primeiros inscritos

*De qualquer curso da FAESA

 

INSCRIÇÕES:

FAESA:

Diretamente na tesouraria da Faesa

Av. Vitória, 2220 – Monte Belo, Vitória – ES

Dinheiro e cartão

CAJU PRODUÇÕES:

Diretamente na sede da produtora.

Rua Aleixo Netto, 636, fundos, Praia do Canto – Vitória (ES)

Dinheiro ou cartão de débito ou crédito.

Reserva ambiental no ES recebe programação de cinema e música

Festival ambiental ‘Cine.Ema Itinerante’ chega à cidade de Vargem Alta, nas montanhas capixabas, com mostras de filmes, shows e atividades para crianças na programação

Pela primeira vez no Espírito Santo, uma reserva ambiental ganha sala de cinema e uma programação gratuita com filmes para todas as idades e apresentações musicais. Essa experiência inédita será vivenciada nos dias 21 e 22 de setembro, na cidade de Vargem Alta, durante a realização do Cine.Ema Itinerante – Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo. O local escolhido foi a Reserva Ambiental Águia Branca, uma área protegida com 2225 hectares, localizada entre os parques da Pedra Azul e Forno Grande.

Esta é também a primeira vez que o Cine.Ema – já realizado há quatro edições em Burarama (ES) – ganha uma versão itinerante. Para receber o público na reserva, será instalada uma tela de cinema com cinco metros e uma tenda transparente com cerca de 20 metros de profundidade – tudo isso cercado pelo verde das árvores e o som das águas. A estrutura também contará com uma pracinha de alimentação, com comidas e bebidas de fornecedores da região.

No Seu Abracinho vai levar música brasileira para as crianças. Foto: Bruno Leão

Na sexta-feira, 21, a programação é toda para as crianças. A garotada será recepcionada com o “papo nique”, um piquenique com bate-papo sobre natureza e sustentabilidade. Depois, é hora de aproveitar o som do grupo No Seu Abracinho, com música brasileira para o público infantil: “Os grandes nomes da música escreveram e cantaram para crianças, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Toquinho e Arnaldo Antunes, então embarcamos neste repertório e levamos para os nossos shows”, explica o integrante Vitor Lopes. Em seguida, serão exibidos os filmes da mostra Cine.Eminha, que trará curtas-metragens de ficção e animação.

Já o sábado, 22, é dia de toda a família aproveitar a programação de filmes e música na reserva. Às 19 horas, os anfitriões do festival, moradores de Vargem Alta, vão poder ser ver na telona com a mostra Olhar Local, que destaca a produção audiovisual da região. Na sequência, o público confere a seleção do Cine.Ema, com produções vindas de vários estados.

“Desbrava” será exibido no festival. Documentário retrata a aventura de dois amigos em busca de uma das maiores cachoeiras do Brasil.

O encerramento fica por conta do grupo Moxuara, que promete para o evento a sua mistura de sons e ritmos, unindo o requinte da música clássica à música popular regional. “Vamos tocar o melhor dos nossos quatro álbuns e o público vai poder conferir de perto as peculiaridades do nosso trabalho. Nossa proposta é ambiental, seguimos este viés em nossas letras”, declara o vocalista Flávio Vezzoni.

O Cine.Ema Itinerante em Vargem Alta tem o apoio da Prefeitura Municipal de Vargem Alta e da Reserva Ambiental Águia Branca, com o patrocínio do Grupo Águia Branca. O evento é uma realização da Caju Produções, Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura.

Programação
Cine.Eminha Itinerante
21 de setembro | sexta-feira |
16h30 | Papo nique: Papo com piquenique
Com o fotógrafo de natureza Léo Merçon
17h | MPB para crianças
Com a banda No seu Abracinho
18h | Mostra de Cinema Ambiental Infantil Itinerante
Com curtas metragens de ficção e animação

Cine.Ema Itinerante
22 de setembro | sábado

19h | Mostra olhar local
Com curtas-metragens de ficção e animação rodados em Vargem Alta (ES)
20h | Mostra nacional
Com curtas-metragens de ficção, animação e documentário
21h30 | Show com Moxuara

Serviço
Cine.Ema Itinerante – Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo
Data: 21 e 22 de setembro
Local: Reserva Ambiental Águia Branca, em Vargem Alta
Entrada pelo Hotel Monte Verde Golf & Resort (Rodovia ES-164, KM 303)

Informações para imprensa:
Márcia Almeida | (27) 99925-3818 | marciajorn@gmail.com

Outras informações:
Link do evento: https://www.facebook.com/events/218354052207547/
Link da página Cine.Ema: https://www.facebook.com/ema.cine/
Instagram do Cine.Ema: www.instagram.com/cine.emafestival/

Cine Ecoturismo: o cinema de reserva

Reserva Ambiental Águia Branca, em Vargem Alta (ES), recebe programação de cinema. Foto: Leonardo Merçon

Festival de cinema em reserva ambiental das montanhas capixabas busca incrementar a consciência e o turismo ambiental no Espírito Santo, tornando-o o estado pioneiro na atividade

Ecoturismo, ou turismo ecológico, já é um termo conhecido pelo brasileiros. A atividade turística que acontece na natureza, e respeitando o meio ambiente, move o Brasil economicamente e faz do país uma das referências mundiais no assunto. O mesmo acontece com o turismo ligado à atividades culturais e artísticas, então, por que não unir as duas coisas?

Essa é a proposta do “cine ecoturismo”, prática inédita que mistura cinema e turismo ecológico. “Tradicionalmente, a realização de festivais de cinema movimenta os lugares onde são realizados e os torna conhecidos por isso, como é o caso de Gramado (RS) ou Tiradentes (MG). O que propomos aqui é ampliar esse conceito e levar o cinema para dentro das áreas ambientais”, explica a produtora cultural Tânia Silva. Ela é uma das realizadoras do Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo, evento que pela primeira vez no Estado vai levar uma tela de cinema para dentro de uma reserva ambiental.

Reserva em Vargem Alta atrai turismo de observação de aves. Foto: Leonardo Merçon

O Cine.Ema Itinerante será realizado de 17 a 22 de setembro na Reserva Ambiental Águia Branca, em Vargem Alta (ES), e marca a abertura de mais este espaço de proteção da natureza no Espírito Santo. Realizado há quatro edições em Burarama (ES), o festival ganha uma versão itinerante e apresenta o melhor de suas obras audiovisuais, entre filmes de ficção, animação e documentário que refletem sobre as questões ambientais do nosso tempo. A programação também contempla shows, oficinas, palestra e outras atividades para adultos e crianças.

Para a realização do festival, a reserva receberá estrutura com uma tela de cinema de cinco metros e uma tenda transparente com cerca de 20 metros de profundidade, cercada pelo verde das árvores. O evento concentra atenção no público local, buscando aproximar as comunidades vizinhas da reserva.

No futuro, o interesse é que o festival de cinema possa ser realizado em outras áreas ambientais no país, tornando o Cine.Ema Itinerante em Vargem Alta efetivamente a primeira atividade de “cine ecoturismo” no Brasil. “A proposta é vislumbrar o cinema e incluí-lo como atividade de lazer e de ecoturismo, uma vez que, integrado à ambientes naturais, pode ampliar e reforçar a consciência ambiental através dos filmes exibidos”, conclui Tânia.

O Cine.Ema Itinerante em Vargem Alta tem o apoio da Prefeitura Municipal de Vargem Alta e da Reserva Ambiental Águia Branca, com o patrocínio do Grupo Águia Branca. O evento é uma realização da Caju Produções, Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura através da Lei de Incentivo à Cultura.

Cine.Ema Itinerante será realizado na Reserva Ambiental Águia Branca, uma área de 2225 hectares de Mata Atlântica preservada. Foto: Leonardo Merçon

Definindo o “cine ecoturismo”
Apesar de ser um termo inédito, o “cine ecoturismo” pode ser entendido como uma experiência de cinema, seja produção ou exibição, que acontece em patrimônios naturais brasileiros que possuam características e ofertas de ecoturismo. Nesse sentido, o cinema teria um papel fundamental no segmento do turismo ecológico, que é definido pelo Ministério do Meio Ambiente em conjunto com a EMBRATUR como segmento da atividade turística que utiliza, de forma sustentável, o patrimônio natural e cultural, incentiva sua conservação e busca a formação de uma consciência ambientalista por meio da interpretação do ambiente, promovendo o bem-estar das populações.

Ecoturismo em Vargem Alta
Além da Reserva Ambiental Águia Branca, que será inaugurada durante a realização do Cine.Ema Itinerante, Vargem Alta possui variadas atrações de ecoturismo. O cenário da região, com relevo bastante recortado e a riqueza hídrica da cidade, proporcionam belíssimas paisagens como corredeiras, cachoeiras, montanhas e morros que favorecem também a prática de esportes como voo livre, trilhas pela mata e outras tantas possibilidades dentro dos cinco roteiros turísticos que a região oferece: Roteiro da Uva e do Café, do Verde e das Águas, Sabores da Montanha e o Histórico e Religioso. A Saíra Apunhalada, ave ameaçada de extinção, tem uma enorme importância para a preservação da mata da região e também é atração de turistas praticantes de observação de aves.

Serviço
Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental do Espírito Santo
Data: 17 a 22/9
Local: Reserva Ambiental Águia Branca, em Vargem Alta
Entrada pelo Hotel Monte Verde Golf & Resort

Informações para imprensa:
Márcia Almeida | (27) 99925-3818 | marciajorn@gmail.com

Mais informações:
Link do evento: https://www.facebook.com/events/218354052207547/
Link da página Cine.Ema: https://www.facebook.com/ema.cine/
Instagram do Cine.Ema: www.instagram.com/cine.emafestival/