REGULAMENTO FECIN 2016

REGULAMENTO

 

O Fecin – Festival de TV e Cinema do Interior – realizado em Muqui, Espírito Santo, Brasil, está em sua quinta edição e abre inscrições para filmes de curta-metragem.

Durante dois dias, o Fecin levará para o maior sítio histórico do Espírito Santo mostras de filmes, oficinas, bate-papo, shows musicais.

 

TEMA FECIN 2016

 

TERRITÓRIO

DO TATO

E DO CONTATO

 

O Fecin chega à sua quinta edição com a partilha do sensível. Ao alcance da mão, do tato que mapea, que mede a temperatura, que toca o imaterial e apanha o infinito. De 2012 até aqui, em 2016, são cinco edições do festival, uma mão de cinco dedos cujas pontas tocam diferentes texturas: da cidade menina e cenográfica que coloca a cara do seu “nativo” na tela, à invenção que promove o aperto de mãodo intercâmbio no interior. O tato é o primeiro sentido que o embrião humano desenvolve. As mãos são ferramenta de comunicação para mudos e surdos. Para os cegos, são os olhos.

 

Somos as linhas de território, dedos que apontam para os horizontes de futuro.

Somos terminações nervosas

Estímulos

Sensores

Somos o vento, o molhado, a vibração…

Somos todos os sentidos.

 

FE5INCO – Em 2016 o FECIN completa 5 anos de história. Convidamos você a revisitar o conceito do festival, que envolve cinema e patrimônio no contexto da construção de um plano criativo e audiovisual em Muqui, o POQUI, que nasce como uma proposta cultural estruturante para a cidade.

 

 

Além do cinema e da TV, o Festival traz uma programação cultural ao sul do Espírito Santo, sempre com opções para crianças, jovens e adultos em ações abertas ao público e com entrada gratuita. Os artistas, realizadores e turistas que visitam a cidade durante o Festival podem conhecer uma cidade com ares cenográficos – herança do período áureo dos barões do café, com rica arquitetura e manifestações folclóricas preservadas. Nos dias do festival, arte e cultura dialogam aos olhares do audiovisual. Com pouco mais de 14 mil habitantes, a cidade é conhecida pela beleza arquitetônica, pelas manifestações folclóricas e pela arte audiovisual.

 

MOSTRAS

 

Mostra Cinema – Curtas-metragens de ficção, documentário, animação, experimental, gênero híbrido, com no máximo 30 minutos de duração.

 

PREMIAÇÕES

 

Júri Técnico

A Mostra Competitiva premiará, por meio de um júri técnico, o melhor curta de ficção, melhor documentário e/ou melhor animação. Podendo, ainda, premiar melhor curta de gênero híbrido, videoarte, e outra classificação a critério do júri.

 

Júri Popular

Mostra Cinema – Cada pessoa do júri popular, presente no Festival, poderá votar em apenas 1 curta da mostra.

 

INSCRIÇÕES – DE 18 À 22 DE JULHO DE 2016

 

O Festival aceita inscrições de filmes de no máximo 30 minutos de duração, finalizados em qualquer formato, produzidos a partir de 2014, inéditos no Fecin e que não tenham sido inscritos nenhuma outra edição do evento.

 

As inscrições são gratuitas.

 

Os trabalhos inscritos podem ser enviados para análise da curadoria através do formulário clicando AQUI

A previsão de divulgação dos filmes selecionados é a primeira quinzena de agosto, podendo este prazo ser prorrogado. Os curtas selecionados pela curadoria precisarão ser enviados em formato digital, FULL HD MP4 para o e-mail contato.fecim@gmail.com ou pelo Correio, em 1 DVD, para o endereço: 4º Fecin – Festival de TV e Cinema do Interior – Rua Coronel Marcondes, nº 66, Centro – Muqui – ES – Brasil. CEP: 29480-000.

 

As despesas de transporte e todos os encargos e tributos incidentes referentes à remessa de trabalhos para a seleção serão de total responsabilidade do remetente.

Os filmes enviados para a seleção da curadoria, via internet ou pelo correio, passarão a fazer parte do acervo do Fecin, e poderão ser utilizados somente com objetivos culturais, sem fins comerciais.

 

O responsável pela inscrição do trabalho selecionado deverá enviar, para o endereço descrito acima, declaração informando que dispensa cobrança oriunda de direito autoral por parte do ECAD, conforme rege a Lei 9.610/98. Essa declaração deverá ser assinada pelo autor da Trilha Sonora, ou música veiculada no filme, em conjunto com o diretor da obra audiovisual e enviada escaneada para o e-mail contato.fecim@gmail.com ou trazida junto com o cineasta para o festival.

 

NÚMERO DE TRABALHOS INSCRITOS

Cada realizador pode inscrever apenas um filme na Mostra.

 

PREMIAÇÃO E VIAGEM

A premiação do FECIN consiste no Troféu Catraca, tradicional reconhecimento do evento aos cineastas.

Para esta edição, o FECIN está avaliando junto aos parceiros a possibilidade de custear as despesas de hospedagem, alimentação e transporte (avião e terrestre) dos cineastas que tiverem seus filmes selecionados. O festival acontecerá nos dias 09 e 10 de setembro, com necessidade de que os cineastas (ou representante dos filmes) estejam disponível para viagem a partir do dia 07 e 08.

 

DIVULGAÇÃO

Com a autorização do realizador, todas as informações presentes no formulário de inscrição dos filmes selecionados, assim como até 20 segundos de imagens do filme poderão ser publicadas e exibidas por meio das páginas do Festival na Internet, bem como em publicações impressas, televisivas e digitais, a fim de divulgar o trabalho e o 5º FECIN.

 

A edição de 2015 do festival privilegiará em sua programação visual fotos dos filmes concorrentes de maneira ampla, por isso, os filmes selecionados deverão enviar 03 fotos da obra em alta resolução para o e-mail informado.

 

Dúvidas e informações: contato.fecim@gmail.com

A inscrição no Festival implica na plena aceitação deste regulamento.

5º Fecin – Festival de TV e Cinema do Interior
Muqui – Espírito Santo – Brasil
09 e 10 de setembro de 2016.
contato.fecim@gmail.com

Quem veio primeiro, a Ema ou o Cinema?

Pedra da Ema, foto de Lívia Batistine
Pedra da Ema, foto de Lívia Batistine

Texto de Ériton Berçaco

O surgimento das aves data de milhões de anos atrás, na chamada era Mesozoica. O cinema, surgiu no final do século 19 na França. A ema é um pássaro natural da América do Sul. O cinema surgiu na França e ganhou o mundo. A ema é um pássaro que, embora tenha asas, não voa. Mas, através do cinema, a ema ganha o mundo. E o mundo pousa suas asas mais diversas na tela.  Em Burarama, pequeno distrito no interior de Cachoeiro de Itapemirim, sul do Espírito Santo, há uma pedra símbolo da região, em cuja estrutura uma espécie de fenda, de acordo com a posição do sol, projeta a figura de uma ema. O curioso é que o cinema se dá pela projeção de imagens em movimento numa superfície, graças à incidência da luz. Antes mesmo de os irmãos Lumière inventarem o cinema, o sol já se encarregava de fazer cinema na pedra, que só mais tarde seria chamada de pedra da Ema.

Logo, neste caso peculiar de cinema, nesta ema desenhada pelo sol, ambos surgem ao mesmo tempo em que a luz projetada faz o desenho de uma ave que do alto da pedra assiste a todos que assistem a ela.

Interessante é que o nome ema está na palavra cinema. Sem ele (projeção de luz), a ema não seria vista na pedra. Sem ela, a ema, o nome cinema ficaria incompleto. Se emas não existissem, não saberíamos dizer que figura a luz/sombra desenha na pedra.

Em 2015, surgiu a ideia de se fazer um festival de cinema ambiental neste lugarzinho do Espírito Santo em que a natureza ainda pode ser contemplada. Lugar de matas e cachoeiras, de tardes frescas e risadas, de café que cheira atraente, de alinhavar de uma bordadeira. Mas, que nome teria este evento? Burarama e cinema… Burarama, pedra da ema… Cinema… Ema… Ci… CinEEma! O nome veio como luz que pousa e cria.

Para além da brincadeira com a forma e o sentido das palavras Cinema e Ema, o que precisa vir primeiro é a nossa sensibilização para que o mundo seja preservado e assim possa ser visto, cheio de vida, pelas telas do cinema ou pelos olhos que contemplam a ema. E que espécies como esta ave não se tornem lenda, ou só um desenho esquecido numa rocha. A arte é o que dá sentido à vida. Por meio dela, podemos expressar sentimentos e preservar o mundo, o meio do qual somos parte.

Foto de Léo Merçon
Foto de Léo Merçon

Ériton Berçaco

Idealizador do nome do festival “Cineema”. Professor de Literatura, realizador cultural, e curador do Fecin – Festival de TV e Cinema de Muqui.

Festival de cinema ambiental divulga programação completa

Foto Divulgação (3)
Foto de André Fachetti

Inspirado na Pedra da Ema, o “Cine.Ema” apresenta cinema, música e oficinas em Cachoeiro de Itapemirim.

Depois de diversas oficinas realizadas desde maio na comunidade e tendo como tema central “Aves de Burarama”, a segunda edição do Cine.Ema – o Festival de Cinema Ambiental e Sustentável de Cachoeiro e Itapemirim será realizada nos dias 1º e 2 de julho, no distrito de Burarama, que integra o corredor ecológico do Espírito Santo. O evento terá uma programação gratuita diversificada, com mostra competitiva de filmes de curta-metragem, shows, atividades ecológicas como caminhadas, observação de aves e outras ações de educação ambiental.

Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento socioambiental da comunidade, a Odebrecht Ambiental, a ANA, Agência Nacional de Águas e o Banestes, são algumas das parceiras do festival. Neste ano, foram inscritos 53 filmes nas categorias ficção, documentário e animação, com temas prioritariamente focados em meio ambiente e sustentabilidade. Os vencedores serão premiados em cada categoria com o Troféu “Burarama”, além do prêmio de votação popular.

Distrito de Burarama_Foto de Haroldo Trombetta

Buscando fazer de Burarama uma referência cultural e turística no sul capixaba, o festival foi pensado para valorizar a Pedra da Ema localizada no distrito. A pedra leva este nome por estampar em sua superfície a figura de uma Ema, transformando-se num símbolo da região.

Segundo os sócios da Caju Produções, Léo Alves e Tania Silva (realizadores do projeto) o festival se configura como uma ação de educação ambiental envolvendo comunidade escolar, urbana, rural de áreas quilombolas e periféricas na busca pela transformação social, conhecimento e reconhecimento de suas identidades a partir do diálogo sobre desenvolvimento local relacionando o turismo, a sustentabilidade, a economia criativa e geração de emprego e renda.

A comunidade está preparada e envolvida com o festival desde maio, já que estão realizadas pela produção diversas atividades com foco na formação de capital humano, relacionando com o objetivo principal do desenvolvimento comunitário, além de resultar produções cinematográficas que serão exibidas em uma Mostra de Cinema na próprio festival.

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Ação de plantio de farmacinha ecológica com alunos da Escola Wilson Resende em 2015 (Cine.Ema 1), foto de Léo Alves

O tema estará nas atividades da programação, com oficinas de observação de pássaros com destaque para a “Roda de Passarinho”, que vem diretamente de Florianópolis para realizar as ações com crianças e troca de experiências que acontecerão paralelas à mostra de filmes. Também estão previstas ações culturais, com lançamento de livros, contação de história, apresentação de folia de reis, bate-papo sobre cinema, loja de artesanato, apresentação dos trabalhos realizados nas oficinas, entre outros. Os eventos acontecerão na Praça José Gava, em Burarama.

O Cine.Ema é uma realização do Ministério da Cultura, da Caju Produções e do Instituto Últimos Refúgios, com apoio da Odebrecht Ambiental, da ANA (Agência Nacional de Águas), do Ministério do Meio Ambiente e do Banestes.

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Alunos da Escola Wilson Resende apresentam seu filme no Festival em 2015, foto de André Fachetti

TEMA CINE.EMA 2016: AVES DE BURARAMA

Do voo à pedra.

Da Pedra para a tela.

De novo: um voo.

O play.

A pedra que leva o nome de uma ave é assim chamada por possuir uma falha rochosa que, de acordo com a posição do sol, forma a figura de uma ave pernalta, reconhecida por toda a comunidade como uma Ema. Embora não haja Emas na região Burarama tem características ambientais que a diferenciam no cenário sul capixaba, fazendo parte do corredor ecológico. E muito embora haja esta relação com as aves, inclusive no ícone paisagístico da região, poucos projetos dinâmicos sociais e culturais a respeito do mapeamento e do encontro de aves de espécies raras no distrito são realizados. A segunda edição do Cine.Ema enaltece estas belezas, convidando você a conhecer estas aves raras e as outras paisagens verdes que envolvem a comunidade.

O Corredor Burarama – Pacotuba – Cafundó apresenta características peculiares no contexto da atividade turística. A comunidade de Burarama, por exemplo, com ares bucólicos, arquitetura colonial e características geográficas de rara beleza, detém enorme potencial para o desenvolvimento da atividade turística, principalmente no segmento do ecoturismo, turismo de aventura e agroturismo, este último já realizado através do Circuito “Águas de Burarama” que envolve pequenos produtores rurais, artesãos, sistemas de hospedagem e alimentação, áreas naturais particulares e espaços de lazer.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

PROGRAMAÇÃO CINE.EMA 2016

Dias 01 e 02 de julho de 2016.

 

01 DE JULHO | SEXTA-FEIRA

8h00_Caminhada Ecológica_Saída em frente à Escola Wilson Resende | Trilha do Cruzeiro

9h00_Pique nique na árvore do Cine.Ema (comemoração de um ano de plantio da árvore do festival) | Casa de Dona Alair.

10h00_Bate-papo e contação de histórias com a escritora e artista Fernanda Fassarela, autora do livro “Ovelha Mochileira”. Durante o bate-papo, haverá uma atividade de releitura do livro com desenho/aquarela feito pelas crianças da Escola Wilson Resende e orientadas pela artista.

9h00_11h00_Olimpíada “Água em Jogo” | Parceria com Agência Nacional das Águas | Escola Wilson Resende.

14h_16h00_ Olimpíada “Água em Jogo” | Parceria com Agência Nacional das Águas | Escola Wilson Resende.

16h00_Bate-Papo sobre cinema com Léo Merçon, Ilka Westermeyer e os adolescentes participantes da oficina de cinema ambiental_Compartilhamento das experiências realizadas durante a oficina | Praça José Gava;

16h00_Abertura da exposição “Paisagens Sonoras” no coreto da Praça José Gava, de Fábio Coelho.

18h00_Abertura da Loja Cine.Ema, Feirinha artesanal e cultural e outros estandes convidados | Praça José Gava.

18h00_Cortejo de abertura com participação da Escola Wilson Resende e a apresentação da Folia de Reis “Missão Divina”. Apresentação da banda “Fames Dixieland”.

19h30_Abertura Oficial do Cine.Ema | Praça José Gava

20h00_Mostra Competitiva de Curtas Metragens | Praça José Gava

 

A Baleia e o Tesouro, de Instituto Marlin Azul | Ani, 5min, ES

O dia em que a onça não bebeu água, de Celso Martins | Doc/Fic, 10min, GO

Toda forma se transforma, de Danilo Belchior | Ani, 1min, SP

Os Meninos Verdes, de Rosa Berardo | Ani, 10min, GO

Back to us, de Carlos Silveira | Fic, 3min, SP

Salvem o rio, de Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano | Doc, 6min, RJ

Oxum, de Denis Leroy | Ani, 8min, MG

Cinza, de Victor Uchôa | Doc, 8min, BA

Retirantes, de Maíra Coelho | Ani, 13min, RS

 

21h30_Show Musical de Encerramento com André Prando (ES) | Praça José Gava

 

02 DE JULHO | SÁBADO

15h00_Papo Nique apresenta: “Roda de Passarinho” com Renato Rizzaro e Gabriela Giovanka, de Florianópolis.

A Roda de Passarinho nasceu a partir da vivência de Renato e Gabriela como Observadores da Natureza, especialmente de aves, transmitidas às crianças da comunidade de São Leonardo, onde a Reserva Rio das Furnas está inserida. A atividade busca a interação dos participantes com a Natureza através de fotografias, sons, sementes, flautas, atividades físicas, relatos de vivências e brincadeiras.

16h00_ Café com exposição | Meninas Bordadeiras de Burarama apresentam: Varal de Memórias, resultado do projeto “Memorial do Bordado” | Ponto de Memória.

 

17h00_Bate-papo sobre observação de pássaros com Léo Merçon, Detinha Son e Filipe Ventura_ Compartilhamento das experiências realizadas durante a oficina de observação de pássaros.

18h00_Abertura da Loja Cine.Ema, Feirinha artesanal e cultural e outros estandes convidados | Praça José Gava

18h00_Lançamento + Bate-papo | livro infanto-juvenil “Ovelha Mochileira” de Fernanda Fassarela na Praça José Gava junto à Biblioteca Estante Livre. Durante o lançamento do livro, haverá um varal com os desenhos produzidos pelas crianças da Escola Wilson Resende. O melhor desenho, eleito por júri, ganhará um kit especial do livro.

O livro “Ovelha Mochileira” conta a história de Agustina, uma ovelhinha muito curiosa e pensativa que coloca uma mochila nas costas e sai à procura de sua família. Em suas andanças, ela estabelece uma relação muito próxima com a natureza e as paisagens da Cordilheira dos Andes. Vive muitas aventuras reais e imaginárias pelo caminho afora… e descobre sua origem de forma inesperada!

19h00_ Mostra Competitiva de Curtas Metragens | Praça José Gava

 

Guaçuí, para merecer quem vem depois…de Marcos Loures | Fic, 11min, ES

Comadre Fulozinha, de Gemerson Sander | Fic, 7min, MG

O Bicho do Buraco, de Instituto Marlin Azul | Ani, 3min, ES

Coroas, de Isaac Donato e Marília Cunha | Doc, 14min, BA

Nada, Nadador! de Instituto Marlin Azul, | Ani, 15min, ES

Manancial, de Bruno Soares | Fic, 7min, PB

Dinossauro Rex, de Instituto Marlin Azul | Ani, 3min, ES

Água fonte de vida, de Escola José Antônio de Carvalho| Doc, 8min, ES

20h00_ Mostra Cineclube Cine.Ema, com apresentação dos filmes realizados pelos participantes da oficina de cinema ambiental e premiação da “Olimpíada Água em Jogo”

21h20_Premiação final: Troféu “Burarama” de melhor filme documentário, animação, ficção e júri popular.

22h00_Show Musical de Encerramento com Trio Maracá (ES).

 

Festival Jovem Comunitário de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo.

Durante o Cine.Ema, as ações resultantes de três oficinas realizadas em Burarama e região serão apresentadas. Confira a programação e os detalhes.

[OFICINA DE CINEMA AMBIENTAL] _ Apresentação dos filmes realizados pelos adolescente da Escola Wilson Resende durante a execução da oficina.

[OFICINA DE OBSERVAÇÃO DE PÁSSAROS]_Bate-papo com os realizadores e participantes da oficina de observação de pássaros.

[OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURAL E EMPREENDEDORISMO]_Abertura da Feira artesanal e cultural, resultado da ação realizada na oficina com os participantes.

 

Cine.Ema divulga filmes selecionados

Filmes de oito Estados brasileiros concorrem ao troféu “Burarama” na 2ª edição do Festival de Cinema Ambiental de Cachoeiro de Itapemirim.

A Baleia e o tesouro, IMA
A Baleia e o Tesouro, realização do Instituto Marlin Azul (ES) faz parte da mostra competitiva

Inspirado na Pedra da Ema, o “Cine.Ema” apresenta a seleção oficial dos filmes da mostra competitiva, que integra a programação da segunda edição do Festival de Cinema Ambiental. A curadoria, composta por Léo Merçon e Ilka Westermeyer, do Instituto Último Refúgios, avaliou cerca de 50 obras cinematográficas de todo o Brasil. Foram selecionados 17 filmes de curta duração nas categorias de ficção, animação e documentário dos Estados da Bahia, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul. O festival será realizado nos dia 1 e 2 de julho no distrito de Burarama.

Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento socioambiental da comunidade, a Odebrecht Ambiental, a ANA, Agência Nacional de Águas e o Banestes, são algumas das empresas e instituições parceiras do festival. Os vencedores serão premiados em cada categoria com o Troféu “Burarama”, além do prêmio de votação popular.

Buscando fazer de Burarama uma referência cultural e turística no sul capixaba, o festival foi pensado para valorizar a Pedra da Ema localizada no distrito. A pedra leva este nome por estampar em sua superfície a figura de uma Ema, transformando-se num símbolo da região.

Coroas, de Isaac Donato e Marília Cunha, BA
Coroas, de Isaac Donato e Marília Cunha, (BA)

Segundo os sócios da Caju Produções, Léo Alves e Tania Silva (realizadores do projeto) o festival se configura como uma ação de educação ambiental envolvendo comunidade escolar, urbana, rural de áreas quilombolas e periféricas na busca pela transformação social, conhecimento e reconhecimento de suas identidades a partir do diálogo sobre desenvolvimento local relacionando o turismo, a sustentabilidade, a economia criativa e geração de emprego e renda.

A comunidade está preparada e envolvida com o festival desde maio, já que estão sendo realizadas pela produção diversas atividades com foco na formação de capital humano, relacionando com o objetivo principal do desenvolvimento comunitário.

O Cine.Ema é uma realização do Ministério da Cultura, da Caju Produções e do Instituto Últimos Refúgios, com apoio da Odebrecht Ambiental, da ANA (Agência Nacional de Águas), do Ministério do Meio Ambiente e do Banestes.

Oxum, de Denis Leroy
Oxum, de Denis Leroy (MG)

 

LISTA DOS FILMES SELECIONADOS

Coroas, de Marília Cunha | Doc, 14min, BA

Nada, Nadador! de Instituto Marlin Azul, | Ani, 15min, ES

Toda forma se transforma, de Danilo Belchior | Ani, 1min, SP

O dia em que a onça não bebeu água, de Celso Martins | Doc/Fic, 10min, GO

Os Meninos Verdes, de Rosa Berardo | Ani, 10min, GO

Comadre Fulozinha, de Gemerson Sander | Fic, 7min, MG

Manancial, de Bruno Soares | Fic, 7min, PB

Oxum, de Denis Leroy | Ani, 8min, MG

Back to us, de Carlos Silveira | Fic, 3min, SP

Cinza, de Victor Uchôa | Doc, 8min, BA

Dinossauro Rex, de Instituto Marlin Azul | Ani, 3min, ES

Guaçuí, para merecer quem vem depois…de Marcos Loures | Fic, 11min, ES

Salvem o rio, de Ricardo Rodrigues e Vitor Gracciano | Doc, 6min, RJ

A Baleia e o Tesouro, de Instituto Marlin Azul | Ani, 5min, ES

Água fonte de vida, de de Escola José Antônio de Carvalho | Doc, 8min, ES

Retirantes, de Maíra Coelho | Ani, 13min, RS

O Bicho do Buraco, de Instituto Marlin Azul | Ani, 3min, ES

Projeto Íntima Idade aproxima gerações através da fotografia

Adolescentes de abrigo registram em fotos relações cotidianas de idosos.

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A fotografia é um registro da história, uma forma de eternizar momentos, resgatar lembranças e proporcionar encontros. Não apenas com as memórias do passado, mas também com o presente. Foi através dela que meninas da casa de acolhimento projeto Sol do município da Serra, e idosos do Asilo de Vitória, puderam experimentar momentos únicos por meio da fotografia. O resultado será apresentado em uma exposição no próximo dia 09 de junho, no asilo de Vitória, a partir das 16h.

Com o projeto Intima Idade da fotógrafa Débora Benaim, as adolescentes participaram de três encontros com idosos do Centro de Vivência da 3ª Idade de Vitória, registrando em fotos seu cotidiano e lembranças em contato com o mundo em que vivem.

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Antes da primeira visita porém, as jovens montaram mosaicos demonstrando o que sentem, com recorte e colagem de fotos de jornais e revistas, expressando aquilo de relevante que visualizavam nas imagens, traduzindo seus pensamentos, suas memórias e parte de suas vidas.

Débora Benaim destaca que o relacionamento com as adolescentes começou tímido, tendo em vista as condições históricas que estavam submetidas, e que o relacionamento foi desabrochando, à medida que a equipe de produção e aplicação da oficina foi ganhando a confiança.

“No exercício da fotografia, foi trabalhado a questão de compreensão mútua, valorizando o que elas faziam e estimulando melhoras na produção das fotos. Todo esse envolvimento da equipe, baseada na compreensão e na confiança, gerou intimidade”, disse.

A ação buscou unir gerações promovendo uma troca de experiências e saberes, em um processo de crescimento contínuo que se baseia no respeito mútuo às diferenças de cada fase da vida. As jovens se afeiçoaram aos idosos, o que podemos chamar de uma ‘adoção’ natural, um relacionamento íntimo proporcionado pela fotografia. Com planos de detalhes, como, mãos, pés, quadros na parede, memórias e trechos do cotidiano.

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O projeto da oficina é inspirado na exposição homônima “Íntima Idade” que foi lançada em 2013, quando Débora realizou uma exposição com registros em fotos de sua relação íntima com sua avó, que faleceu aos 93 anos.

O projeto da fotógrafa Débora Benaim tem a coprodução da Caju Produções, e é realizado com recursos do Funcultura da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (Secult).

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SERVIÇO:

Exposição do projeto Íntima Idade

Dia: 09 de junho, a partir dás 16 horas

Local: Asilo dos Idosos de Vitória – Sociedade de Assistência à Velhice Desamparada

Rua Anselmo Serrate, 250 – Monte Belo, Vitória

Informações: Caju Produções | 27 3026 0051

www.cajuproducoes.art.br

 

Histórias e memórias no bordado

Projeto Ponto de Memória:”Meninas Bordadeiras de Burarama” bordam mapas afetivos

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Bordando a vida com linhas de todas as cores, traços, abraços e amores que lembram raízes. É assim que as bordadeiras do distrito de Burarama, em Cachoeiro de Itapemirim, transportam suas emoções, lembranças e memórias para mapas afetivos por meio do bordado.

O projeto Ponto de Memória: “Meninas Bordadeiras de Burarama” existe há 15 anos e envolve mulheres da comunidade. Com leveza e simplicidade em cada ponto, a técnica do bordado foi sendo passada de geração em geração.

Mariângela Grillo Fassarela, coordenadora do projeto, define os momentos de dedicação como únicos e comoventes: “Estamos bordando a vida e nos emocionando, chorando, lembrando de infância”.

A mãe de Mariângela faleceu em março deste ano e deixou um último bordado. A peça foi completada pela filha com os dizeres: “Ana nasceu menina em maio de 1928. Viveu família, serviço, agulhas, linhas e orações. Foi para o céu menina em março de 2016, após terminar este bordado”.

Neste 2016, com o apoio da produtora cultural Caju Produções e da Secult, as mulheres realizaram oficinas para adolescente e demais interessadas em aprender arte e poesia expressadas com linha coloridas e agulhas.

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Nas oficinas, as meninas recém-chagadas buscaram compreender o que seria transformar memória afetiva em bordado. Cada participante levou, de casa, objetos que evocassem lembranças importantes de suas vidas para a construção imagética através do desenho.

A oficineira Fabiane Salume pediu para que cada uma explicasse a escolha dos objetos. Segundo Fabiane, esse foi um dos momentos mais marcantes dos trabalhos.“Foi um momento de muita emoção, a cada relato as lágrimas de todos rolavam, as histórias de vida, alegres ou tristes ali compartilhadas fez nascer uma cumplicidade daquelas mulheres, ou melhor, daquelas ‘meninas’ de todas as idades que compõem o grupo”, contou.

A segunda etapa consistiu em desenhar, isto é, levar para o papel toda representação e significado das lembranças. Apareceram casas de infância, festas de aniversários, flores, a igreja da comunidade, o banquinho da praça que ora era cenário para conversas das amigas, ora namoro da juventude. Havia também pessoas que já partiram, lugares distantes no espaço, amigos, família, amigos e amores.

O passo seguinte foi bordar através dos desenhos, com cores e texturas, enriquecendo as histórias ponto a ponto.

Cine.Ema realiza oficinas de formação em Burarama

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Foto de Vênus Olivier

Ações de empreendedorismo, observação de aves, produção cultural e cinema ambiental estão sendo oferecidas gratuitamente para a comunidade. 

Começaram as oficinas que integram a programação do 2º Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental e Sustentável de Burarama, que acontece em Cachoeiro de Itapemirim. Estão sendo envolvidos três temas: Observação de Aves; Empreendedorismo e Produção Cultural com foco em hotelaria de cama e café; e Cinema Ambiental.

A oficina de Observação de Aves será uma introdução do tema para despertar o interesse de crianças para esta atividade. A de Empreendedorismo e Produção Cultural deverá preparar pelo menos cinco residências para hospedagem no formato de cama e café, visando estimular a comunidade para este tipo de alternativa de renda. Já a oficina de Cinema Ambiental deverá produzir três vídeos documentais, com orientação técnica de Léo Merçon e equipe UR, tendo como temas as Bordadeiras de Burarama e as Aves de Burarama.

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Ações do Cine.Ema, por Venus Olivier
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Ações do Cine.Ema, por Venus Olivier
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Ações do Cine.Ema, por Venus Olivier

Esta é a primeira vez que as oficinas antecederam o Festival, marcado para os dias 1º e 2 de julho, com mostra competitiva de filmes curtas-metragens, palestras, trilhas ecológicas e shows musicais. As oficinas, que começaram nos dias 13 e 14 de maio, seguem com outras datas programadas para o mês de junho.

O objetivo é capacitar a comunidade para as oportunidades geradas pelo festival, visando estimular os moradores para a prática do cinema ou para o turismo e o empreendedorismo criativo, transformando o distrito de Burarama em referência turística e cultural no sul do Estado.

Tendo como tema central “Aves de Burarama”, o Festival é uma realização do Ministério da Cultura, Caju Produções e Instituto Últimos Refúgios. Tem o patrocínio da Odebrecht Ambiental, Agência Nacional de Águas (ANA) e Ministério do Meio Ambiente.

 

Mais informações para a imprensa:

Rita Diascanio e Jackeline Gama – Contatus Comunicação – (27) 3089-4100 / (28) 9 9962-8113

Rosa Malena Carvalho e Milena Camporez – Comunicação da Odebrecht Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim – (28) 2101-3377

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Ações do Cine.Ema, por Venus Olivier
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Ações do Cine.Ema, por Venus Olivier

 

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Ações do Cine.Ema, por Venus Olivier

 

Cine.Ema realiza oficinas de formação em Burarama

Uniforme: check!

A turma participante da oficina de Observação de Aves está cheia de estilo. Além de camiseta e chapéu oficiais do Cine.Ema, eles têm um kit super estilizado: na mochila, item indispensável para a exploração de campo, há uma câmera fotográfica, um bloquinho para notas de observação e um binóculos para a visão aproximada das aves estudadas.

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A oficina de Cinema Ambiental segue suas atividades

Depois de conhecer um pouco melhor a rotina e as possibilidades de uma produção ambiental, a turma de oficineiros demarcou, com a cineasta Ilka Westermeyer, as funções da equipe que vai para campo produzir um filme. Eles definiram, em laboratório, um roteiro e as responsabilidades que cada um irá ter no momento de filmagem. O filme final será exibido durante a realização do Cine.Ema.

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Binóculos e câmeras para o alto

Após estudar e conhecer o comportamento das aves no primeiro dia de oficina de Observação de Aves, ainda era madrugada quando o segundo encontro começou. No campo, sob olhares atentos de Detinha Son e Filipe Ventura, os oficineiros foram para a aula prática: observar as aves na mata.

O bird watching, ou observação de aves, é uma atividade que remete a “coleção de avistagens”. A observação realizada na natureza promove uma gratificante atividade de lazer e descontração, proporcionando aos praticantes recompensas intelectuais, recreativas e científicas. Alguns dos objetivos dessa oficina são a formação de um núcleo de observadores (a partir do ensino da morfologia das aves e estudo de sistemas ecológicos locais) e a promoção de turismo sustentável.

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Economia

No último fim de semana também aconteceram os encontros da oficina de Empreendedorismo e Produção Cultural. Essa oficina, por sua vez, é destinada à comunidade interessada em realizar atividades teóricas e práticas, com o foco em hotelaria de cama e café. Durante sua realização, a intenção é que, pelo menos, cinco residências sejam preparadas para a esse tipo de hospedagem.

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Inscrições abertas para a 2ª edição do Cine.Ema

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Apresentadores durante a 1ª edição do Cine.Ema em 2015

Começam nesta segunda-feira, 18 de abril, as inscrições de filmes para o 2º Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental e Sustentável de Burarama, que acontece em Cachoeiro de Itapemirim, com o apoio da Odebrecht Ambiental e outras instituições parceiras. O prazo para inscrições de filmes para a mostra competitiva vai até 30 de abril, no site do Instituto Últimos Refúgios – http://www.ultimosrefugios.org.br/ – onde existe um espaço reservado só para este objetivo.

Os filmes devem ser de curta-metragem em até 15 minutos, nas categorias ficção, documentário e animação, realizados em qualquer ano. A temática é livre, mas a prioridade é para os aspectos ambientais e sustentáveis. Pode participar qualquer produtora ou produtor independente de qualquer parte do Brasil, desde que obrigatoriamente relacione direta ou indiretamente o meio ambiente e questões sustentáveis. Cada proponente pode inscrever quantos filmes desejar.

Já a programação geral do evento, que acontece nos dias 1º e 2 de julho, em Cachoeiro de Itapemirim, terá como tema central “Aves de Burarama”. Além da mostra competitiva de filmes que premiará os vencedores em cada categoria com o Troféu Ema, a programação contempla oficinas, palestras, trilhas ecológicas e shows musicais, entre outras atividades.

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NOVIDADE

Como novidade deste ano, as oficinas acontecerão mais cedo, de 13 de maio a 18 de junho. Os temas previstos são empreendedorismo, produção cultural, observação de aves e cinema ambiental. A finalidade é capacitar a comunidade para o festival, visando estimular os moradores para a prática do cinema ou para o turismo e o empreendedorismo criativo, transformando o distrito de Burarama em referência turística e cultural no sul do Estado.

O Cine.Ema é uma realização do Ministério da Cultura, da Caju Produções e do Instituto Últimos Refúgios, com o apoio da Odebrecht Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim, da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo o diretor da Odebrecht Ambiental, Bruno Ravaglia, a empresa é uma das parceiras do Cine.Ema pelo compromisso que tem com o desenvolvimento socioambiental das comunidades onde atua, levando os serviços de água e esgoto. “Apoiamos o Cine.Ema já na sua primeira edição, realizada no ano passado, pois o festival traz uma proposta muito interessante: tem em sua programação atividades direcionadas para a importância do meio ambiente e da preservação e produção da água”, afirma o diretor.

Como surgiu o festival 

O Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental e Sustentável de Burarama nasceu da ideia de valorizar a Pedra da Ema, no distrito de Burarama, principal rota turística de Cachoeiro de Itapemirim. A pedra, que de acordo com a posição do sol forma a figura perfeita de uma Ema, é conhecida nacionalmente, sendo uma das referências naturais de Cachoeiro de Itapemirim.

“Burarama tem uma riqueza ambiental e turística que deve ser valorizada. O distrito também tem vocação cinematográfica, tendo sido cenário para filmes locais como ‘O que Beberico vai pensar’, do cineasta cachoeirense Diego Scarparo e, da obra de ficção ‘Teobaldo Morto Romeu Exilado’, de Rodrigo de Oliveira”, destaca o sócio-diretor da Caju Produções, Leonardo Alves.

Mais informações para a imprensa:

Rita Diascanio e Jackeline Gama – Contatus Comunicação – (27) 3089-4100 / (28) 9 9962-8113

Rosa Malena Carvalho e Milena Camporez – Comunicação da Odebrecht Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim – (28) 2101-3377

Caju Produções produzirá Escola de Compositores em Viana (ES)

Em parceria com a produtora Mariana Sathler, a Caju realizará oficinas de composição com crianças e adolescentes de Viana (ES). O projeto é realizado com recursos do Funcultura e da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo.

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Há anos o Espírito Santo têm sido o berço de muitos compositores e músicos que ganharam destaque nacional e internacional, contribuindo para a história da música brasileira. Podemos citar nomes como Jair Amorim, Zé Renato, Carlos Imperial, Sérgio Sampaio, Raul Sampaio, Roberto Menescal, Nara Leão, Roberto Carlos. Apesar disso, nas últimas décadas (e isto se deve certamente a vários fatores) é perceptível um decréscimo no número de artistas de nosso estado que se destacam e se despontam em outros cenários senão os de casa, cabendo uma reflexão importante sobre qual o panorama atual do investimento em novos compositores locais e, ao mesmo tempo, no incentivo para o surgimento de novos artistas.

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Encontro de Mariana Sathler e Fepaschoal (ministrante da oficina) na Escola Maria de Novaes Pinheiros, em Viana (ES)

O projeto “Escola de compositores” busca na infância e na adolescência motivos para incentivar que a garotada trafegue pelos caminhos de imaginação e criatividade, com acesso e oportunidade para conhecer a história de compositores capixabas, experimentando a possibilidade de escrita e de transformação individual e coletiva a partir da música, resultando no aumento de sua autoestima, autoconhecimento e desenvolvimento da capacidade crítica e criativa. O projeto pretende realizar oficinas de composição em escolas públicas do Espírito Santo, em especial em cidades de onde grande parte de nossos artistas são originários, incentivando, também, que estes estudantes conheçam e passem a respeitar/admirar os artistas que surgiram de sua localidade, entendendo-a como potencial.

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A produtora Mariana Sathler divulgando as inscrições para a oficina de composição

O processo metodológico deste projeto se inspira na experiência realizada na Escola Estadual JK (MG) por um grupo de estagiários da disciplina Prática de Ensino do Curso de Música da UFU (Universidade Federal de Uberlândia) que resultou em composições de crianças de 08 a 14 anos. Um trecho do processo do trabalho é descrito abaixo:

“As composições foram realizadas em grupo. As crianças se organizaram da forma e com quem quiseram. As primeiras reações foram de estranheza. Compor? Compor o quê? Diziam que não sabiam compor, ou que não eram compositores. Diziam que o compositor era alguém muito importante e que eles não eram importantes. Depois desse primeiro momento de estranhamento as crianças foram se organizando. Os grupos foram se modificando ao longo do trabalho. À medida que as composições aconteciam esses grupos tiveram mutações ou porque os interesses iam mudando, ou por se identificarem com os colegas, ou porque gostavam da música do outro grupo que começava a tomar forma. No início havia um grupo que tinha 2 meninos e as demais meninas, mas no final, um aluno ficou sozinho e terminaram 2 grupos: um de 8 meninos e outro de 6 meninas. A composição era livre. A única sugestão dada foi que a música deveria trabalhar com o tema: a escola. Não foi sugerido nem o gênero de música ou estilo, instrumentação, duração ou letra, nem de que lugar partiria ou iniciaria o processo da composição.”

Em breve, mais novidades deste projeto!!!