Cine.Ema divulga filmes selecionados

Festival de cinema ambiental vai acontecer em junho, em Burarama. Esta edição traz como novidade a seleção de filmes voltados para o público infantil

Cine.Ema_capaperfilFB_3

Acabou o suspense! O Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo (Cine.Ema) acaba de divulgar o resultado dos filmes selecionados para a mostra competitiva que vai acontecer no distrito de Burarama, em Cachoeiro de Itapemirim, em junho. Oito curtas com a temática ambiental concorrem ao troféu “Sino de Ouro”, honraria dada para as melhores produções audiovisuais nas categorias animação, documentário e ficção.

Minas Gerais foi o Estado com maior número de filmes selecionados, três no total: “Pedro e o Velho Chico”, de Renato Gaia, “Tembîara”, de Jackson Abacatu, e “A garota que reciclava sonhos”, de Patrick Moysés. Também concorrem os curtas “A Horta”, de Carla Leoni e Richard Dantas, “Desbrava”, de Gustavo Girotto, “Latossolo”, de Michel Santos, “Nanã”, de Rafael Amorim e “Cisternas nas escolas”, de Tiago Vieira dos Santos. O Cine.Ema 2018 recebeu um conjunto de cerca de 100 filmes, entre os da mostra competitiva e os da não-competitiva para uma reflexão cultural e de educação ambiental a partir do tema “Cadê a árvore que tava aqui?”, que foram julgados pelos curadores Ilka Westermeyer, Leonardo Merçon e Roberta Fassarela.

Além da seleção para a Competitiva, os curadores embarcaram na missão de escolher obras sobre meio ambiente para o público infantil, que compõem a mostra inédita Cine.Eminha. A curadora Roberta Fassarela destaca que pode parecer fácil demonstrar uma alusão da participação de crianças e jovens em ações de pro atividade pela questão ambiental, pura e simplesmente mas não é. “Nosso desafio é de nos lançarmos numa aventura de intersubjetividades e abordar a relação de crianças com a natureza; a questão ecológica da sociedade, porém relacionando-a a perspectiva infanto-juvenil; reconhecer o protagonismo infanto-juvenil nas discussões ambientais, resgatar nossa criança criativa frente a nosso adulto que adultera; e muito mais”, declara. Segundo ela, refletir sobre o roteiro, produção, imagens, sons e edição completa o exercício de diálogo com esses saberes-e- fazeres, que, em resumo, almejam um mundo melhor em que nos incluímos como pessoas melhores. “Nossas escolhas para a mostra são simplesmente um pequeno-grande recorte de nosso prazer por compartilhar essa aventura! Tem animação, documentário, ficção e mais expressões de nossas esperanças coletivas de seguirmos juntos. E vamos!”, enfatiza.

O festival tem como proposta reconhecer a produção audiovisual destinada ao relacionamento com o meio ambiente nas mais diversas formas narrativas e introspectivas, trazendo à tona a importância da preservação de forma criativa, dinâmica e interativa, proporcionando um verdadeiro encontro entre a cultura e os aspectos naturais que circundam o distrito e a diversidade do Brasil.

Inspirado na Pedra da Ema, ícone natural e paisagístico de Burarama, o “Cine.Ema” é realizado desde 2015 e conta com uma vasta programação, com atividades paralelas de educação ambiental que relacionem a ruralidade do distrito de Burarama, que é considerada a principal rota agroturística de Cachoeiro de Itapemirim, ao sul do estado.

Os curtas serão exibidos para o público nos dias 8 e 9 de junho, na Praça José Gava, com entrada gratuita. O vencedores serão conhecidos no encerramento do evento.

Mostra Cine.Eminha
A grande novidade desta edição do evento é o Cine.Eminha, uma mostra de cinema ambiental infantil. Os filmes também passaram pela avaliação dos curadores e os selecionados são: “Os Segredos do Rio Grande”, de Analúcia Godoi e os alunos do Projeto Animação (ES/MG, animação, 5min), “Bolona de Pelo”, de Almir Correia, (PR, animação, 11min), “As aventuras da Marigota – Quem conta um conto, aumenta um ponto”, de Daniel Barosa e Nikolas Maciel (SP, animação, 5min), e “O menino leão e a menina coruja”, de Renan Montenegro (DF, ficção, 16min).

Sobre os curtas

– Desbrava, de Gustavo Girotto (SP), doc, 8min
Após muito tempo sem acampar, dois amigos partem em busca da cachoeira do Itiquira, uma das maiores do Brasil. No caminho, se aventuram refazendo uma trilha que marcou sua infância no cerrado brasileiro.

Mostra competitiva Cine.Ema 2018: A Horta

Mostra competitiva Cine.Ema 2018: A Horta

– A Horta, de Carla Leoni e Richard Dantas (SP), fic, 12min
Em um mundo distópico, Camila precisa escolher entre viver em sua zona de conforto ou romper as amarras e entrar numa desconhecida, porém fascinante realidade. Curta-Metragem vencedor do edital 21 Cultura Inglesa Festival.

Pedro e o Velho Chico, de Renato Gaia (MG), ani, 18min
Curta metragem de animação inspirado no livro infantil “Pedro e o Velho Chico”, conta a história do garoto Pedro e do catador de material reciclável “Seu Chico“. Ao emprestar seu diário ao garoto o “Velho Chico” o convida para uma viagem mágica pelo rio São Francisco. Apresenta um universo lúdico de leveza, magia e encantamento para as crianças, o curta traz reflexões importantes para as futuras gerações acerca dos problemas que envolvem o Rio São Francisco. O curta foi premiado com o troféu canoa de Tolda como melhor filme por juri popular durante o Circuito Penedo de Cinema 2018.

Filme selecionado para a mostra competitiva Cine.Ema

Filme selecionado para a mostra competitiva Cine.Ema

Latossolo, de Michel Santos (BA) híbrido, 18min
O filme aborda de forma sensorial as relações humanas e a exploração da agricultura na região oeste da Bahia. Suas consequências sociais e ambientais no crescimento da cidade de Luís Eduardo Magalhães, utilizando da montagem e da construção imagética e sonora como narrativa.

Nanã, de Rafael Amorim (PE), fic, 25min
Em um complexo portuário e industrial, a população enfrenta o processo de gentrificação do território. A resistência é a terra. “Uns escutam raízes, outros sussurram, a Terra se abre em gretas, grita. Nanã reimagina o cotidiano no território em trânsito de Suape em Pernambuco, conectado as forças sutis e violentas que o atravessam. Articulando a denúncia de ações mundanas com o anúncio de um mundo por vir. O filme de imagens-sons-re-encanta o mundo ao recriá-lo.”

Filme selecionado para a mostra competitiva Cine.Ema 2018: Tembiara

Filme selecionado para a mostra competitiva Cine.Ema 2018: Tembiara

Tembîara, de Jackson Abacatu (MG), ani, 10min
Narrado na língua tupi, “Tembîara” traz a história de três caçadores, uma caça e um observador, em um lugar onde a ação pode se tornar inútil ante seu objetivo. Inspirado no poema de mesmo nome, que significa “a presa”.

Cisternas nas escolas, de Tiago Vieira dos Santos (GO/BA), doc, 18min
É a história da implantação de um projeto em escolas sertanejas, que aliou novas oportunidades para o desenvolvimento da criança, através de cisternas e hortas comunitárias.

Mostra competitiva Cine.Ema 2018: A Garota que Reciclava Sonhos

Mostra competitiva Cine.Ema 2018: A Garota que Reciclava Sonhos

A garota que reciclava sonhos, de Patrick Moysés (MG) fic, 25min
Rosa é uma garota que foge de casa e vai morar na rua. Seu único modo de sobrevivência é a reciclagem do lixo que encontra nas lixeiras de sua cidade. Porém seu destino muda quando encontra antigos colegas de sala de aula.

SERVIÇO
4ª edição do Cine.Ema – Festival de Cinema Ambiental e Sustentável do Espírito Santo
Oficinas, mostras de cinema, shows e teatro
Data: 5 a 9/6
Local: Praça José Gava, Burarama – Cachoeiro de Itapemirim/ES
Entrada gratuita

Inscrições abertas para o curso de Desenvolvimento de Série de TV em Vitória (ES)

CURSO NO QUINTAL, EM VITÓRIA (ES)

Inscrições abertas para o curso de Desenvolvimento de Série com Dani Reule (RJ).

Séries-TV-Portugal

Em nova fase audiovisual, a Caju Produções oferece o curso de Desenvolvimento de projetos de Série de TV entre os dias 15, 16 e 17 de junho de 2018 em parceria com o Telezoom (RJ). Aplicado pela roteirista Dani Reule, o curso busca abordar as etapas e ferramentas necessárias para o desenvolvimento de um projeto de série com aulas expositivas e conceitos de escrita com padrão já globalizado e reconhecido. As vagas são limitadas com inscrições que podem ser feitas pelo site do Telezoom nos endereços abaixo.

As aulas serão teóricas, com trechos de filmes sendo utilizados para ilustrar os tópicos abordados. Exercícios em sala serão apresentados como forma de estimular a criatividade sobre o tema tratado em aula, bem como confirmar a compreensão do aluno sobre cada tópico. A metodologia aplicada apresenta diversos autores e conceitos de escrita de roteiros americanos, que, indubitavelmente, estão entre os melhores do mundo. Isso não significa que o curso ensine “fórmulas”. Muito pelo contrário, a técnica trabalha a parte de princípios que funcionam.

DANI REULE é roteirista, membro da ABRA, jornalista, atriz e mestre em Comunicação e Informação, certificada pelo Professional Program in Writing for Television da UCLA School of Theater, Film and Television. É roteirista dos longas ‘Dano Moral’ (2018 – dir.: Marcos Pimenta – Globo Filmes) e ‘Na Batalha’ (2018 – dir.: Pedro de Castro – Downtown Filmes) e da série ‘Baile de Máscaras’ (da produtora Giros para a TV Brasil). Tem os longas ‘Constelações’ e ‘Virtually Broken’ em negociação. Teve curtas de sua autoria apresentados em festivais e é roteirista-chefe das séries de drama ’Vínculos’ e ‘Passional’ e da sitcom ’Uma vida de Zenilde’.

TELEZOOM

www.telezoom.com.br

Localizado desde 2008 no Rio de Janeiro, o Espaço Telezoom oferece os melhores cursos para o mercado audiovisual. O objetivo da programação é fomentar a produção artística com atenção especial para o setor de TV, cinema e internet, criando conexões entre os player’s ea produção independente. Com o compromisso de reforçar o conhecimento e promover network’s, o Telezoom auxilia novos roteiristas e produtores na formatação e distribuição de projetos.

CAJU PRODUÇÕES

www.cajuproducoes.art.br

A Caju Produções é uma empresa fundada em 2001 por Tânia Silva, que começou sua trajetória na cultura em 1985, quando atuou na assistência de produção do primeiro show do Cazuza (conhecido também pelo apelido “Caju”) em Vitória, no Espírito Santo. A produtora é pioneira na realização e produção de apresentações musicais de grandes nomes da bossa nova e MPB no Espírito Santo. Entre 2014 e 2018 a produtora expandiu sua atuação para os eixos de arte, memória e cinema, com projetos incentivados próprios ou de parceiros, envolvendo-se desde a criação e captação de recursos à produção e finalização de projetos audiovisuais.

 

INVESTIMENTO:

R$ 350,00 à vista

Informações gerais: https://goo.gl/avBz8v

 

OUTRAS INFORMAÇÕES:

Vitória: Caju produções | (27) 3026 0051

leo@cajuproducoes.art.br

Rio de Janeiro: Espaço Telezoom | (21) 3497 7620/7621

telezoom.e@gmail.com

Final de semana de música Instrumental pela Rota Imperial do Espírito Santo

Orizzonti Sexteto, grupo de Jazz contemporâneo se apresenta na Praça Dr. Arthur Gehardt, em Domingos Martins, ao lado da Igreja Luterana

Orizzonti Sexteto, grupo de Jazz contemporâneo se apresenta na Praça Dr. Arthur Gehardt, em Domingos Martins, ao lado da Igreja Luterana

Apresentações do 1º Rota Instrumental acontecem nos município de Domingos Martins e Viana

No próximo fim de semana, nos dias 2 e 3 de novembro, acontecem os concertos musicais do 1º Festival Rota Instrumental, projeto interessado em unir música e patrimônio nas cidades por onde passa a  Rota Imperial do Espírito Santo, que em 2016 completou 200 anos de história.  São dois dias de programação gratuita para o público em locais históricos, nos municípios de Domingos Martins e Viana.

O espetáculo de música instrumental começa no sábado (02), às 22h, na Praça Dr. Arthur Gehardt, em Domingos Martins, ao lado da Igreja Luterana, construída no período imperial e tombada pelo Patrimônio Histórico Estadual, onde acontece a programação do Brilho de Natal. O concerto será com o Orizzonti Sexteto, grupo de Jazz contemporâneo, formado pelos músicos, Cristiano Costa (clarinete), Daniel Freire (sax barítono), Renato Rocha (bateria), Bruno Santos (trompete), Wanderson Lopez (guitarra de oito cordas, arranjos e composições) e o convidado italiano Massimo ValentinI (saxofone). O grupo se apresenta com repertório autoral, além de composições de Milton Nascimento.

No domingo (03) a apresentação acontece dentro da Igreja de Araçatiba, em Viana, construída pelos Jesuítas e tombada desde 1950 pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Após a missa das 19h, a igreja recebe uma apresentação da Camerata Vale Música, com repertório que inclui músicas populares e eruditas. Ouviremos os temas Over the Rainbow, Como é Grande o Meu Amor por você, Yesterday, dentre outras. A Camerata Vale Música, fundada há mais de 10 anos,  é formada por jovens músicos  e já realizou duas importantes turnês nacionais e uma turnê pelo Japão.

“Queremos propor uma experiência musical diferente que exalte todos os sentidos, principalmente os ouvidos e a visão. Sentir a música em locais com excelente tratamento acústico e com uma arquitetura tão peculiar é ressignificar nosso patrimônio e nossa relação com a música instrumental”, comenta Matheus Moretti, realizador do Festival. Com as duas apresentações, o Rota Instrumental pretende inaugurar um cenário mais aquecido para a música instrumental produzida no Espírito Santo e atrair o olhar dos capixabas para suas memórias, histórias e riquezas culturais.

O evento é uma realização de Matheus Moretti em parceria com a Caju Produções e conta com apoio da  prefeitura de Viana e Domingos Martins. O projeto é uma iniciativa apoiada pela Secult (ES) através do Edital Setorial de Música do Governo do Estado do Espírito Santo.

O FESTIVAL

O objetivo do Festival de Música Instrumental da Rota Imperial é fomentar a economia das diversas cadeias produtivas das regiões abrangidas pela Rota Imperial, por meio do turismo, da música e do patrimônio cultural. O projeto prevê atividades de formação, como as oficinas de luthieria que aconteceram nas cidades de Viana e Domingos Martins durante o mês de Novembro, e também concertos musicais dentro ou próximos a patrimônios históricos.

Serviço:

Festival da Música Instrumental da Rota Imperial

Música e Patrimônio

 

02/12 (Sábado) Em Domingos Martins

Concerto com Orizzonti Sexteto

22h, na Praça Dr. Arthur Gehardt

 

03/02 (Domingo) Em Araçatiba – Viana

Concerto com a Camerata Vale Música

20h, na Igreja Nossa Senhora da Ajuda

Gratuito

Oficinas de composição musical em Domingos Martins

Alunos de duas escolas públicas da cidade participam do segundo ano do projeto “Escola de Compositores”

Escola de Compositores

O Espírito Santo é berço de compositores e músicos que ganharam destaque nacional e internacional. Artistas como, Zé Renato, Jair Amorim, Carlos Imperial, Sérgio Sampaio, Raul Sampaio, Roberto Menescal, Nara Leão, Roberto Carlos, fazem parte da história da música brasileira e são referências para as oficinas de composição musical projeto “Escola de Compositores, que começam nesta segunda-feira (16), em duas escolas de Domingos Martins.

Durante toda a semana, alunos das escolas: Santa Isabel e Mariano Ferreira de Nazareth, terão a oportunidade de conhecer a história de compositores e músicos capixabas, e experimentar possibilidade de escrita a partir da música. Uma ação que resulta no aumento da autoestima, autoconhecimento e desenvolvimento da capacidade crítica e criativa. Ao final das oficinas, os adolescentes gravaram um CD com suas composições musicais.

O projeto “Escola de Compositores” é uma realização da Caju produções em parceria com a produtora, Mariana Sathler, com recursos do Funcultura e da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo – Secult.

Escola de compositores

O projeto pretende realizar oficinas de composição em escolas públicas do Espírito Santo, em especial em cidades de onde grande parte de nossos artistas são originários, incentivando, também, que estes estudantes conheçam e passem a respeitar/admirar os artistas que surgiram de sua localidade, entendendo-a como potencial.

O processo metodológico deste projeto se inspira na experiência realizada na Escola Estadual JK (MG) por um grupo de estagiários da disciplina Prática de Ensino do Curso de Música da UFU (Universidade Federal de Uberlândia) que resultou em composições de crianças de 08 a 14 anos.

“As composições foram realizadas em grupo. As crianças se organizaram da forma e com quem quiseram. As primeiras reações foram de estranheza. Compor? Compor o quê? Diziam que não sabiam compor, ou que não eram compositores. Diziam que o compositor era alguém muito importante e que eles não eram importantes. Depois desse primeiro momento de estranhamento as crianças foram se organizando. Os grupos foram se modificando ao longo do trabalho. À medida que as composições aconteciam esses grupos tiveram mutações ou porque os interesses iam mudando, ou por se identificarem com os colegas, ou porque gostavam da música do outro grupo que começava a tomar forma. No início havia um grupo que tinha 2 meninos e as demais meninas, mas no final, um aluno ficou sozinho e terminaram 2 grupos: um de 8 meninos e outro de 6 meninas. A composição era livre. A única sugestão dada foi que a música deveria trabalhar com o tema: a escola. Não foi sugerido nem o gênero de música ou estilo, instrumentação, duração ou letra, nem de que lugar partiria ou iniciaria o processo da composição.”

Festival de cinema ambiental do Espírito Santo acontece em Burarama, Cachoeiro de Itapemirim

CAPA_1

Oficinas, mostras de cinema e shows musicais fazem parte da programação da 3ª edição do Cine.Ema, o Festival de Cinema Ambiental

Inspirado na Pedra da Ema, ícone paisagístico e natural de Burarama, o Cine.Ema confirma a realização da sua 3ª edição nos dias 27 e 28 de outubro. A programação oferece oficinas, shows musicais e mostras de cinema ambiental gratuitas realizadas na Praça José Gava. Os filmes participantes da mostra competitiva concorrem ao troféu “Sino”, uma alusão à lenda da pedra da Ema, uma criação do artista plástico Bruno Salvador. A pedra é assim chamada por possuir uma falha rochosa que, de acordo com a posição do sol, forma a figura de uma ave pernalta. Os filmes da mostra competitiva foram avaliadas por um júri composto pelos profissionais Léo Merçon, Ilka Westermeyer e Roberta Fassarela.

13592560_1722287834697645_3198945183256022460_n

Atividades educativas integram a programação do Cine.Ema 2017

Com o tema “Memória das águas – de onde vem a água do rio?”, o festival busca reconhecer a produção audiovisual ambiental nas mais diversas formas narrativas e introspectivas, trazendo à tona a importância da preservação de forma criativa, dinâmica e interativa, proporcionando um verdadeiro encontro entre a cultura e os aspectos naturais que circundam o distrito e a diversidade do Brasil.

O projeto tem foco cultural e de desenvolvimento local, já que prevê ações que permitam à comunidade de Burarama acesso a novas formas de criação e formação, recuperando e preservando memórias individuais, coletivas e territoriais — elevando a autoestima, senso de coletividade e de colaboração. A proposta também pretende fortalecer a educação e o empreendedorismo do capital humano da comunidade.

13606466_1722225844703844_2028099182696781274_n

Shows musicais gratuitos integram a programação do Cine.Ema 2017

Tema 2017: “Memória das águas – de onde vem a água do rio?”

Em meio à busca de soluções sustentáveis sobre o fluxo e a produção de águas em regiões do Brasil, valoriza atividades educacionais e reflexões que dialoguem sobre a preservação e recuperação das nascentes, sobretudo através de ações práticas e de memória. O projeto focaliza o Circuito das Águas em Burarama, que envolve pequenos produtores rurais, artesãos, áreas de lazer, quedas d’água, piscinas naturais, agroindústrias locais, turismo de aventura e muitas belezas naturais, fazendo parte do Caminhos da Campo e do Corredor Ecológico capixaba.

Em sua 3ª edição, o festival Cine.Ema convida você a encontrar a origem da água e a se perguntar: de onde ela vem? E quais são as suas memoras das águas? Dos riachos, cachoeiras e córregos? Como ela surge e como manter sua fonte viva? Nessa jornada, o Cine.Ema chega doce como as águas do rio, propondo um mergulho nas lembranças que marcam a memória das comunidades, mas também, na investigação da origem e na preservação das nascentes.

O Cine.Ema é patrocinado pela BRK Ambiental e pela ANA – Agência Nacional de Águas – Ministério do Meio Ambiente e conta com o apoio de mídia e divulgação da TV Gazeta Sul e da ArcelorMittal. O projeto é uma realização da Caju Produções, do Instituto Últimos Refúgios e do Ministério da Cultura.

13614953_1722224984703930_5586299803551053306_n

Mostras de cinema gratuitas são realizadas na praça José Gava, em Burarama (ES)

Programação completa:

25 de Outubro (quarta)
Oficina de Cinema Ambiental
De 13h às 17h / Local: EEEM de Pacotuba

A cineasta alemã Ilka Westermeyer irá conduzir os estudantes de Pacotuba a uma descoberta sobre o mundo do audiovisual. É uma oficina com teoria e prática de introdução ao cinema, linguagens, narrativas, equipamentos  e técnicas.

26 de Outubro (quinta)

Oficina de Observação de Aves 
De 8h às 17h  / Local: Escola Wilson Resende, Burarama
Momento para despertar o olhar para a natureza! Orientados por Léo Merçon e Filipe Ventura, os jovens terão momentos de descontração, sensibilização ambiental e conservação da natureza através do interesse pelas aves.

Oficina de Cinema Ambiental

De 9h às 17h / Local: Escola Wilson Resende, Burarama
A cineasta alemã Ilka Westermeyer irá conduzir os estudantes de Burarama a uma descoberta sobre o mundo do audiovisual. É uma oficina com teoria e prática de introdução ao cinema, linguagens, narrativas, equipamentos  e técnicas.

27 de Outubro (sexta)
Oficina de Observação de Aves 
De 8h às 12h  / Local: Escola Wilson Resende, Burarama
Momento para despertar o olhar para a natureza! Orientados por Léo Merçon e Filipe Ventura, os jovens terão momentos de descontração, sensibilização ambiental e conservação da natureza através do interesse pelas aves.

Oficina de Cinema Ambiental

De 9h às 17h / Local: Escola Wilson Resende, Burarama
A cineasta alemã Ilka Westermeyer irá conduzir os estudantes de Burarama a uma descoberta sobre o mundo do audiovisual. É uma oficina com teoria e prática de introdução ao cinema, linguagens, narrativas, equipamentos  e técnicas.

Oficina conhecendo e cuidando de nossas águas

De 14h às 18h / Local: Auditório da Escola Wilson Resende, Burarama

Coordenada por Angela Schmidt, criadora da La Durabilité, a oficina terá uma dinâmica de construção coletiva de estratégias que promovam a adoção de práticas e iniciativas sustentáveis no uso e gestão das águas da escola e/ou comunidade. Angela Schmidt está a frente da La Durabilité, empresa com foco em educação e sustentabilidade.

Abertura da feira AME
19h30 / Local: Praça José Gava
Feira da Associação de Moradores Empreendedores de Burarama e Exposição de Bordados das Meninas Bordadeiras de Burarama.

Abertura oficial do evento
20h / Local: Praça José Gava
Mostra competitiva de curtas metragens Cine.Ema
20h15 Local: Praça José Gava
Filmes:
Capibaribes, da Nascente à foz, de Canário Caliari | Doc, 20min, PE
Maria Cachoeira, de Pedro Carcereri | Fic, 11min, MG
Macacada, de Duda Larson | Ani, 04min, SP
Enquanto Canto, de Sil Azevedo | Fic, 15min, RJ
Rio Verdadeiro, de Hidalgo Romero | Doc, 16min, SP
Louça de Deus, de Eudaldo Monção Jr. | Doc, 13min, SP
A piscina de Caíque, de Raphael Gustavo da Silva | Fic, 15min, GO

Show com Zero28 Band

22h / Local: Praça José Gava

 

28 de Outubro (sábado)

Seminário: conhecendo e cuidando de nossas águas
De 13h às 16h30/ Local: Auditório Escola Wilson Resende, Burarama
Com Angela Schmidt (La Durabilité) e Paulo Breda (BRK Ambiental)
O seminário realizará estruturas educadoras com varal de contatos e ideias, estratégias de fomento a parcerias, redes e trocas entre professores e comunidade em geral a fim de promover a adoção de práticas sustentáveis no uso e gestão das águas.. Angela Schmidt está a frente da La Durabilité, empresa com foco em educação e sustentabilidade.


Papo-nique

17h / Local: casa de Dona Lair Gava, onde está plantada a árvore Cine.Ema.
Bate-papo com pique-nique sobre o tema Memória das Águas
Mediação: Roberta Fassarela
Convidados: Angela Schmidt (La Durabilité), Micheline Savignon (BRK Ambiental) , Mario Louzada (Secretaria de Meio Ambiente Cachoeiro de Itapemirim) e Meninas Bordadeiras de Burarama.

Feira AME 
20h / Local: Praça José Gava
Feira da Associação de Moradores Empreendedores de Burarama e Exposição de Bordados das Meninas Bordadeiras de Burarama.

Mostra Competitiva de Curtas Metragens Cine.Ema

20h30 / Local: Praça José Gava
Filmes:
Cheiro de Melancia, de Maria Cardozo | Fic, 16min, PE
Pato-mergulhão: Vida e novas vidas, de Sávio Freire Bruno | Doc, 03min, RJ

Uma Aventura na Caatinga, de Laercio Ferreira Filho | Ani, 12min, PB

Meu Rio Vermelho, de Rafael Irineu Alves Lacerda | Doc, 20min, MT
Zoom, de Aristhotelis Tadeu Tiradentes | Fic, 11min, ES

Andar de Trem, de Duda Larson | Ani, 03min, SP
Berço das Águas, de Wesley Gondim | Doc, 17min, DF

Animais, de Guilherme Alvernaz | Ani, 12min, SP

Premiação

22h30 / Local: Praça José Gava

Show com Trio Maracá
23h / Local: Praça José Gava

 

Informações:

Léo Alves e Isabella Baltazar

isabellafecin@gmail.com

leoalvesmuqui@gmail.com

27 99836 9949 / 27 3026 0051

Baixo Guandu recebe oficinas de lendas ribeirinhas

Jovens criam histórias, canções e desenhos sobre os rios do Espírito Santo

Lendas Ribeirinhas

Oficinas de arte, música e memória estão sendo realizadas gratuitamente na Escola Presidente Kennedy em Baixo Guandu com adolescentes e jovens da região. As atividades fazem parte do projeto “Lendas Ribeirinhas”, envolvendo as lendas capixabas do Espírito Santo e outras lendas do Rio Doce e Guandu em dinâmicas beira rio com contações de histórias, estímulo a escrita de composições e desenho. A proposta do projeto é resultar a criação de um CD com composições musicais a partir fábulas narradas pelos próprios moradores locais, estimulando o contato com diferentes tecnologias, a criação de conteúdo, o resgate e a manutenção da memória local.

Lendas Ribeirinhas

O objetivo do projeto é recuperar, salvaguardar e valorizar as histórias e as lendas de comunidades ribeirinhas do Espírito Santo, em especial aquelas que margeiam a região do Rio Doce, através da composição e da música.

Através de conteúdo idealizado pela artista BeatriZanchi, a oficina utiliza um banco de lendas capixabas contando essas narrativas para crianças, jovens, adultos e idosos, proporcionando que eles conheçam a história e as fantasias do estado aonde vivem. O projeto tem estimulado que os próprios participantes narrem suas vivências e as lendas que conhecem, finalizando a criação de um encarte que irá compor o CD usando a escrita e de desenhos para a ilustração. A criação dos efeitos sonoros privilegiará elementos naturais locais, utilizando como cenário a beira dos rios e córregos da região. A proposta final é lançar o CD em uma ação comunitária na escola, em um sarau de músicas e poesias.

O projeto “Composição de Lendas Ribeirinhas do Espírito Santo” é uma realização da Caju Produções em parceria com a artista BeatriZanchi. É apoiada pelo Funcultura, da Secretaria de Estado da Cultura – Secult, através do Edital Setorial de Música 2016.

Lendas Ribeirinhas do Espírito Santo

Lendas Ribeirinhas

Lendas Ribeirinhas

Oficinas de arte, música e memória serão realizadas gratuitamente em Baixo Guandu (ES)

Oficinas de arte, música e memória que serão realizadas gratuitamente na Escola Presidente Kennedy em Baixo Guandu oferecidas para adolescentes e jovens da região. As atividades serão realizadas dos dias 25 a 29 de setembro e fazem parte do projeto “Lendas Ribeirinhas”, envolvendo as lendas capixabas do Espírito Santo e outras lendas do Rio Doce e Guandu em dinâmicas beira rio com contações de histórias, estímulo a escrita de composições musicais e desenho que ilustrará o encarte do CD que será  a proposta do Projeto, resultando composições musicais a partir fábulas narradas pelos próprios moradores locais, estimulando o contato com diferentes tecnologias, a criação de conteúdo, o resgate e a manutenção da memória local.

O objetivo do projeto é recuperar, salvaguardar e valorizar as histórias e as lendas de comunidades ribeirinhas do Espírito Santo, em especial aquelas que margeiam a região do Rio Doce, através da composição e da música. 

Através de conteúdo idealizado pela artista BeatriZanchi, a oficina vai utilizar um banco de lendas capixabas contando essas narrativas para crianças, jovens, adultos e idosos, proporcionando que eles conheçam a história e as fantasias do Estado aonde vivem. Em segundo plano, o Projeto pretende estimular que os próprios participantes narrem suas vivências e as lendas que conhecem, finalizando a criação de um encarte que irá compor o CD usando a escrita e de desenhos para a ilustração. A criação dos efeitos sonoros privilegiará elementos naturais locais, utilizando como cenário a beira dos rios, córregos da região, os sons que também trazem os trens.  A proposta final é lançar o CD em uma ação comunitária na escola, em um sarau de músicas e poesias.

O projeto “Composição de Lendas Ribeirinhas do Espírito Santo” é uma realização da Caju Produções em parceria com a artista BeatriZanchi. É apoiada pelo Funcultura, da Secretaria de Estado da Cultura – Secult, através do Edital Setorial de Música 2016.

Fazendas históricas para se hospedar em Muqui

Morada de Santa Rita – A fazenda construída em 1960 fica à 5 km do Centro de Muqui, na Rodovia Muqui-Mimoso do Sul, após cruzamento da linha férrea.

O pernoite inclui o café da manhã, e o almoço e o jantar pode ser encomendado para ser servido na própria fazenda.

Telefone: 28 9883-5176

FAZENDA SANTA RITA 2

FAZENDA SANTA RITA 6

Fazenda dos Andes – A fazenda com mais de 100 anos de história fica no roteiro agro/ecoturismo da Morubia.  Fica à 9 km do Centro da cidade pela estrada Muqui X Fortaleza.

Telefone: (28) 3554-1146

FAZENDA DOS ANDES

A Fazenda São João – Localizada a 3Km de Muqui, está disponibilizando HOSPEDAGEM nos quartos de uma casa na fazenda.

Casa mobiliada com quartos, sala, banheiros, piscina e contando com serviço de bar e restaurante (opcional e com reserva):

1 quarto com 5 vagas (1 cama de casal + 2 camas de solteiro + 1 cama para criança/bebê).

1 quarto com 5 vagas (1 cama de casal + 3 camas de solteiro)

1 quarto com 3 vagas (1 cama de casal + 1 cama de solteiro)

1 quarto com 2 vagas (1 cama de casal)

2 quartos de solteiro com 1 vaga

As diárias iniciam às 13 horas e terminam às 12 horas.

 

Com opção de CAMPING, que conta com banheiro que tem chuveiro quente.

A fazenda conta com área para lazer com churrasqueira, piscina e jogos.

Maiores informações:

(28) 99991-3113 Camila Furtado S. Lima

(28) 99975-0368 Maria Carmem

Confira opções de hospedagem para o Festival de Muqui

Para quem ainda está procurando hospedagem durante o 6º Fecin, aí vão alguns locais que ainda têm vaga na cidade de Muqui:

Casa 2 Quartos próximo ao evento

Contato:  (28) 998843605 – Nelsina Barros.

Casa 1 Quartos, próximo ao evento.
Contato: Marlene (28) 99938-6838

 

Casa 2 Quartos, 4km do Centro
Contato: Marlene (28) 99938-6838

 

Casa 3 Quartos, 200 metros do evento
Contato: Gabriel (28) 99910-0647

 

Casa 4 Quartos, 200 metros do evento

Contato: Jamille Lopes (28) 999472528

 

Quatro casas disponíveis para aluguel, todas no centro da cidade . Se souber de alguém , pode passar meu

Contato: Fernanda Vicente Curcio (28) 99905-1451

 

Cama e Café: 1 quarto com duas camas de solteiro, 1 quarto de casal, e 1 quarto de solteiro. Sistema cama e café (pernoite com café da manhã). Diária R$60,00 por pessoa.

Contato: Ériton Berçaco (27) 99911-7868, whatsapp ou facebook inbox.

 

Contato para mais informações sobre as opções abaixo:
Josilda Mendes – (28) 99255-1486
Opção 1: Sítio com Casa 3 Quartos e área para barracas, próximo da cidade;
Opção 2: Apartamento 2 Quartos dentro da cidade, próximo ao evento;
Opção 3: Suite grande, próxima ao evento

 

Camping Recanto das Garças
Contatos: Marília Carvalho (28) 99884-7626 (whatsapp)
Email: campingrecantodasgarcas@gmail.com

 

Contato para mais informações sobre as opções abaixo:
Josilda Mendes – (28) 99255-1486
Opção 1: Sítio com Casa 3 Quartos e área para barracas, próximo da cidade;
Opção 2: Apartamento 2 Quartos dentro da cidade, próximo ao evento;
Opção 3: Suite grande, próxima ao evento

 

Fazenda São João – Muqui/ES, localizada a 3Km de Muqui, está disponibilizando HOSPEDAGEM para grupo de 10 pessoas com café da manhã e estacionamento (para mais hóspedes, favor entrar em contato pelo telefone). Casa mobiliada com 2 quartos, sala, banheiro, frigobar, piscina e contando com serviço de bar e restaurante. Maiores informações: (28) 99991-3113 Camila Furtado / (28) 99975-0368 Maria Carmem

IMG_7654 Foto de Léo Alves

Festival de música de Muqui divulga programação completa

_MG_7340

Multilpliqui acontece nos dias 8 e 9 de setembro shows gratuítos

O Festival Jovem de Integração Cultural de Muqui – Multipliqui, divulga a programação completa da 3ª edição, que acontece nos dias 8 e 9 de setembro, com shows musicais de convidados e competitivos, na Praça João Batista, em Muqui, no sul do Espírito Santo.

Em 2017, o show de abertura fica por conta da banda Mary Di, intercalando performances teatrais e de estética circense com a pegada rock da ‘pin up’.  Mary Di é uma personagem incorporada pela vocalista (e atriz,  Maria Barros, conhecida no Brasil pela atuação com autenticidade em suas releituras musicais.

No sábado, a partir das 22h30,  três bandas independentes do estado se apresentam e concorrem ao  Prêmio Multi Bandas. O melhor grupo da noite será escolhido por júri popular.

São elas: Los Zombres, grupo de Hip Hop que explora as possibilidades da música negra pop e mescla com as vertentes latinas; In-versão Brasileira, com  sonoridade de Rap/Soul; e Machimbo no estilo reggae.

O 3º Multipliqui é uma realização do Coletivo Multipliqui, representado por Júlio Valim e produzido pela Caju Produções, com apoio do Funcultura da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo através do Edital Setorial de Música.

Multipliqui: Saia do quadrado!

Em 2017, o Festival de Integração Cultural de Muqui continua com foco na música com apresentação de artistas locais do Espírito Santo, abrindo seu leque de diversidade sonora, com bandas independentes e autorais. O tema desta edição é “Saia do quadrado”, valorizando a diversidade.

O festival

O Multipliqui (com i mesmo, de Muqui, de integração, de invenção e interação) é um projeto de integração cultural que foi realizado pela primeira vez em 2014, como um movimento de cultura fruto da união de coletivos jovens, propondo ações de intercâmbio cultural e de linguagens, incentivando o turismo cultural e a economia criativa em parceria com o poder público, instituições culturais e sociedade civil. O objetivo do evento é promover trocas culturais nas mais diversas linguagens artísticas, movimentando a juventude do interior sul capixaba com experiências coletivas, tendo como palco principal das ações a cidade de Muqui, maior sítio histórico do estado.

 

Contatos:

Sullivan Silva

Caju Produções

(27)3026 0051 – 99814-3649

contato@cajuproducoes.art.br

 

08 DE SETEMBRO | SEXTA-FEIRA

Praça João Batista, Muqui (ES) | gratuito

>> 22h30

Show de abertura do Multipliqui

Banda Mary Di

O show “A peça” apresenta ao público a nova composição visual e cênica da

banda.  É um show intercalado com performances teatrais e de estética circense, com a pegada rock da ‘pin up’ Mary Di – personagem incorporada pela vocalista (e atriz), Maria Barros, conhecida no Brasil pela atuação com autenticidade em suas releituras musicais.

Destaca-se este show também pela beleza da composição geral, do cenário, dos figurinos e das melodias de suas músicas. Tudo está ligado a um conceito único para um show inesquecível.

09 DE SETEMBRO | SÁBADO

>> 22h30

Grupo “Los Zombres”, de Serra (ES)

Banda Los Zombres

Banda Los Zombres

O grupo Los Zombres nasceu de uma reunião de rappers, músicos, cantores e artistas capixabas com o objetivo de explorar as possibilidades da música negra pop e em especial mesclar com as vertentes latinas. Boa parte das composições apresenta o som de instrumentos de sopro, tambores latinos e diversas referências que podem também tornar a música o mais rica possível para o seu público. No Multipliqui 2017, o grupo Los Zombres se apresenta com o lançamento do CD ‘La Vitoria’.

 

>> 23h15

Banda “In-Versão Brasileira”, de Vila Velha (ES)

Com Sinhô Cyclop [Vocal], Junior Silva [Guitarrista] e Silla Moll [Vocal]

Forjado no encontro da cri dos guetos de Vila Velha com influência da poesia contundente de nomes como Racionais MC’s e Sabotage, o grupo In-Versão Brasileira surge no cenário Rap capixaba com o disco “Fé, Luta e Diversão e rapidamente ganha experiência internacional participando do projeto Espírito Mundo, na França em 2009. Nos anos seguintes foi presença constante, como atração ou recebendo algum prêmio no Festival Hutus, promovido pela Central Única das Favelas (CUFA), e considerado o maior festival de Rap da América Latina.

Em 2014, já com uma nova formação (Sinhô Cyclop e Júnior Silva), o grupo dá início a gravação de seu segundo disco, intitulado “Re-Inverso”, com a produção musical de Thiago Perovano.

 

>> 00h00

Banda “Machimbo”, de Alegre (ES)

Com Rumenick Ococha [Vocal], Warlen Campos [Baixo], Rodrigo Novo [Guitarra], Guilherme Madeira [Guitarra] e Anderson Marques [Bateria].

IMG_3600(1)

A Machimbo foi formada em Alegre-ES em Outubro de 2010 com o intuito de entrar no cenário da música nacional. O EP lançado em 2012 intitulado “A Dança dos Ventos” trouxe influências do rock e reggae. O disco composto por 8 faixas foi divulgado nas rádios da região e pela internet. No ano de 2015 a banda retornou residindo em Vitória-ES, com uma nova formação e um novo projeto. Lançado o primeiro clipe, a música de trabalho “Mais Além”, viria fazer parte do disco “Elevado” gravado no início de 2016, junto com o novo clipe da música “À Deriva”, todos de forma independente.

Banda Machimbo

>> 00h45

Premiação | encerramento

Entrega do troféu “Múltiplos”